7 deserts, o documentário completo no youTube

A produtora O Somiatruites –ou “the omelette dreamer”, como a apresentaram em New York, Milão e Sydney, quando o filme foi exibido no…

A produtora O Somiatruites –ou “the omelette dreamer”, como a apresentaram em New York, Milão e Sydney, quando o filme foi exibido no internacional Bicycle Film Festival–, Uri Garcia –o diretor do documentário– e eu decidimos colocar ao alcance de todos a história 7 deserts.

7 deserts é um documentário de 53 minutos de duração, que traz uma visão muito diferente da que foi visto pela televisão as pessoas que fizeram parte do projeto 7 desertos. Eu acho que não sou o mais indicado para valorarla ou descrevê-la, pois centra-se especialmente na pessoa que realizou o projeto –isto é, em mim, em suas ilusões, seus medos, sua forma de superá-los, transformando-os à medida que passam os anos –o projeto se estendeu desde o início de 2003 até meados de 2007–, e não tanto naquilo que vi, pessoas maravilhosas que conheci ou da fauna com que me deparei em cada deserto, matérias e anedotas que por fortuna sim consegui incluir em o livro editado pela Saga. Em menos de uma hora de fita era impossível condensar tanto material. Além disso, o objetivo de Uri Garcia com este documentário era outro. Lembro-me do dia em que veio a casa de minha irmã –onde eu vivia naquele momento, sentou-se diante de mim e disse-me que lhe interessava a minha história. Me cedeu sua câmera de vídeo para levá-la o dia todo em cima, até ao Saara –o meu estava danificada e fazia um ruído horrível–, o que significava quase que me regalava. E pediu-me que o trabalho todo. Tudo.

Quando voltei do Saara tinham sobre a mesa de edição mais de 70 horas de gravação. Metade eram do Saara e dos dois meses anteriores ao último viagem. A verdade é que naquele momento eu pensei que não queria estar na sua pele. Eu só passei uma manhã em frente aos computadores que foram usados para editá-lo, sentado junto a Uri e Francesc Talavera, ver como analisavam cada seqüência. Meses depois fui chamado para ver uma prova. Semanas depois me voltei para ver a montagem definitivo.

Só posso dizer que o documentário é íntimo, sincero e me mostra como sou, ou fui, aqueles meses de incerteza e nervos prévios à viagem pelo Saara, depois do qual deverá redirecionar minha vida para novos desafios.

A versão original é quase toda em inglês, mas tem legendas em espanhol e inglês. Para ativá-los, no youTube, há um botão vermelho com dois ces (CC).

Por último, quero agradecer mais uma vez a participação de todos e todas os que trabalharam para fazê-lo possível, que demonstraram entusiasmo e profissionalismo em todos os momentos. Também a Top Cabo, que forneceu fundos para que se tornasse realidade, patrocinando todas as expedições. E, claro, aos meus pais e minha irmã.

Comentários FacebookSergio Fernández TolosaEscrito por Sergio Fernández Tolosa

Jornalista, aventureiro, escritor & “bunda de mau lugar”. Barcelona, estabeleceu-se no bairro de Gràcia, mas nômade por natureza. 42 anos. Gosta de ler, correr, pedalar em todos os lugares, subir montanhas, olhar mapas, realizar as viagens que sonha… A aventura que mudou sua vida? Atravessar de bicicleta, e na paciência os sete desertos maiores e mais emblemáticos do mundo: Austrália, Atacama, Mojave, Namibe, Kalahari, Gobi e do Sahara. Pedaleó 30.000 km durante quatro anos e aprendeu que os desertos são mais do que lugares vazios e planícies inertes. Todas as suas peripécias aparecem no livro 7 desertos com um par de rodas, com mais de 200 fotografias que ele mesmo fez durante as sete expedições. Este blog que começou quando ele se preparava para participar da Titan Desert compartilhando tandem com o castelhano. Superado o desafio, surgiu um outro, e depois outro, e mais outro… e aqui ela nos conta. Seu web site pessoal é www.conunparderuedas.com

7 dicas para voltar à vida saudável

Toque em voltar à rotina e aos nossos hábitos comuns. Para que não se faça tão difícil aqui vos deixo alguns conselhos para voltar a uma vida saudável.

Voltar à rotinaPara a grande maioria de nós, as férias de verão foram acabamento e toca-nos voltar à rotina. Alguns vêm com alguns quilos a mais e outros ainda menos. Alguns, depois dos excessos, chegam querendo voltar de novo a sua vida organizada e saudável, para outros, lhes custa um pouco mais voltar à ordem e se agarram a cervejinha de verão. Para que não se faça tão difícil deixo aqui algumas dicas para voltar à vida saudável:

1) Planeja e ordena

Ao chegar das férias é normal que te custe arrancar. Algo comum é não ter vontade de ir para fazer a compra, já que muitos chegam mesmo ao dia, antes de começar a trabalhar. Acha que, se você estiver a uma semana vivendo com frigorífico sob mínimos, o que acabará fazendo é errado comer, então planeje um dia para ir às compras e pensa um pouco nos menus que você vai fazer essa semana. Dedicar cinco minutos a organizar seu dia-a-dia pode arrumar a semana.

2) Mantenha a geladeira saudável

Já que você chegou em casa e, certamente, o seu frigorífico e despensa estão vazias o melhor que você pode fazer para voltar à vida saudável é enchê-la de frutas, legumes, etc. Se a sua casa está cheia de produtos saudáveis, isso é o que você vai comer; e assim que você colocá-lo mais fácil e você evita cair em tentações.

3) Mude para água

No verão podemos abusar de refrigerantes, mojitos, junto com gin tonics, cervejas, etc., Vamos, todo um arsenal de calorias líquidas que se levantam rapidamente as calorias totais da dieta. Portanto, para voltar ao normal torna a água como bebida habitual.

4) Em cada refeição, legumes e salada

Isso já é algo recomendável sempre, mas agora que voltamos do verão, não se esqueça de colocar legumes ou salada em cada refeição seja de primeiro prato, ou de acompanhamento. Normalmente, depois de estar comendo confuso e em excesso muita gente vem com mais fome do que o habitual assim que te ajudarão a saciarte e não abusar tanto de outras coisas menos recomendáveis.

5) Converte o habitual ocasional.

Não se trata de que agora você não pode desfrutar de nada, mas que, se antes de sair para tomar um sorvete ou ir de tapas era habitual, agora você tem que tentar moderarlo e fazê-lo só de vez em quando. O acabar gostando mais se você é capaz de combiná-lo com uma vida saudável.

6) Volte a praticar desporto

Muitos aproveitam o tempo livre de verão para praticar esportes, mas alguns não têm tempo (ou vontade) e mais uma vez voltaram toque em voltar para a rotina. Pensa que o mais difícil é sempre as primeiras semanas assim que começa pouco a pouco e tenta se divertir com o que faz. Assim, por exemplo, se você gosta de ir a correr começa por isso e já vais introduzindo o resto de coisas à sua rotina, pouco a pouco.

7) Se você deseja perder peso, não faça o tolo!

Se você ganhou uns quilos a mais no verão, ou se simplesmente quer aproveitar o ano novo (vale é setembro, mas para mim os anos sempre começaram em setembro) para finalmente perder alguns quilos tenta não recorrer às típicas soluções rápidas. Não serve de nada que depois dos excessos de verão agredamos de novo ao corpo com uma dieta que nos mate de fome. Volta aos seus hábitos anteriores ou adquire bons hábitos novos e a perda de peso será consequência disso.

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7 chaves para uma prova de ultraresistencia

Descubra as melhores dicas para participar de uma prova de ultraresistencia em mountain bike.

Ligue crise dos quarenta, ligue-a como quiser.Mas a vida é um desafio constante, e de vez em quando temos que colocar novas metas. Um amigo meu, leva dois anos se preparando para fazer um Ironman. Começou praticamente do zero. Natação, bicicleta, correr… E está a ponto de ver seu sonho se tornou realidade. Foi passo a passo: aprender a técnica de crol, ganhar resistência, introduzir a rotina do esporte diário em sua agenda, correr sem se lesionar, conciliar os treinos com o trabalho, a família…

Vivemos de pequenos-grandes desafios. Deserto de Gobi, Mongollia, verão 2006.

UMA TRAVESSIA POUCO –OU NADA– HABITUAL

Eu, este ano, propus algo mais simples: participar da primeira prova de ciclismo de longa distância em regime de auto-suficiência e de mountain bike, que se realiza em Portugal: a Cat700.

Uma saída –em Vielha– e uma chegada –na foz do rio Ebro, e entre meio 622 km de estradas e trilhas, com um desnível de ascensão acumulada de 13.000 m+. Uma única etapa, filosofia non-stop e 5 dias para completar o percurso. Durante o percurso encontraremos 2 “bancos de vida”, com alguns serviços (chuveiros, mini-oficina mecânica, etc.). O resto do “viagem” seremos autossuficientes e, atenção, não podemos ter uma equipa de assistência. Ou seja, não podemos receber ajuda externa planejada. Sim, podemos abastecernos em lojas, supermercados, restaurantes ou dormir em hotéis –quem o quiser, é claro–, mas a essência da Cat700 é pedealear de sol a sol, ou ainda mais longe, gerindo as energias próprias, conseguindo recursos pelo caminho, dormindo ao pé do caminho em seu saco de dormir… Como um raid de aventura, mas de bicicleta.

Se preparar para uma prova, portanto, não é tarefa precísamente fácil. Minha experiência em viagens em bicicleta me diz que será o dia-a-dia, o que determina tudo, mas há números que você deve levar previamente controlados. De tudo isso eu tive a sorte de falar com Mònica Aguilera, que faz parte da equipe de organização da Cat700 e que conta com um currículo desportivo que a torna a pessoa mais indicada para descobrir os segredos das provas de ultraresistencia no meio natural.

Mònica Aguilera, durante as prospecções do itinerário da Cat700.

7 PERGUNTAS PARA A CAT700

Mònica Aguilera –licenciada em Ciências de Educação Física e Esporte– iniciou-se no Raiverd’97 e desde então até hoje tem dado a volta ao mundo competindo em raids de aventura. Em seu currículo destacam-se dois campeonatos mundiais, realizados em 2000 e 2001. Também ganhou raids de prestígio internacional, como o Ecomotion do Brasil, O Desafio de los Volcanes de Chile e Argentina, etc. Em 2010 conseguiu a vitória no prestigiado Marathon des Sables, sendo a primeira atleta espanhola que vence esta corrida por etapas, em regime de auto-suficiência. Também subiu ao pódium do Ultra Trail do Mont Blanc (2a em 2007 e 3a em 2009) e ganhou a Transgrancanaria (123km), o Trail Anteto (79km) e maratonas de prestígio, como o Alpino de Madrid (2008), entre muitas outras corridas. Atualmente organiza actividades desportivas e formativas no meio natural, atividade que desenvolve com sua própria empresa, A Nova Fita, e, desde 2007, é redatora-chefe da revista TRAIL.

1. O PERFIL. A que tipo de atleta é dirigida uma prova como a CAT700?
O perfil é variado. A prova pode ser concebida de diferentes formas: desde uma competição de contra-relógio individual para uma aventura, ou um desafio, onde o limite são os 5 dias de que dispõe a organização para completar o percurso. Neste tipo de teste o verdadeiro prêmio é ser interrompeu e ficar com todas as vivências.

2. REQUISITOS físicos e/ou mentais. Quais são, a seu juízo, mais importantes?
É claro que sem um mínimo de físico não é capaz de superar um desafio como este. Mas também é verdade que alguém muito forte que não tenha a capacidade de gerir bem o seu físico e sua mente, e suas necessidades, ao fim do dia, certamente não chegará a meta. É vital que ser realista na hora de definir objetivos e estar ciente do tempo que temos para alcançá-los: horas de treinamento, etc., Por isso existem duas distâncias: a Cat700 e a Cat400.

O traçado usado trilha e é ciclable em 99'99%, mas está pensado para ser feito de bicicleta de montanha.

3. TESTE PRÉVIO. Você deverá fazer um teste para ganhar confiança face ao desafio em si? Quando e como recomendo fazê-lo a alguém que nunca tenha feito algo parecido?
Se alguém se interessar em participar da Cat700 e não tem nenhuma experiência em algo semelhante, ou familiarizado em realizar passeios ou travessias de ciclistas de vários dias, eu recomendo fazer uma saída de fim de semana, como uma prova ou teste. Realizar um percurso de dois ou três dias (sexta-feira tarde, sábado e domingo), sobre um track que você pode preparar-se previamente em casa, aproveitando para pedalar com todo o equipamento que você levará na Cat700.

4. TREINO. Por quantos meses você acha que são necessários para preparar corretamente um serviço deste tipo, se o objetivo é ser interrompeu? Há algum truque para treinar para uma corrida bem?
Insisto: sem um mínimo de físico vai ser impossível terminar a prova. Cada um sabe o nível que você tem e a disponibilidade de tempo para treinar. Dentro destas variáveis, recomendo focar os treinos de maio, a prova, que é no final de junho. Aproveitar os fins de semana para fazer uma travessia longa, e a poder ser de dois dias, se possível.

O percurso da prova é muito variada: vai desde o coração dos Pirinéus até a costa do Mediterrâneo.

5. ALIMENTAÇÃO. Como em uma corrida de vários dias com pouco descanso, que há que comer? O que levaria sempre à mão, para o caso?
Neste caso, e como cada ciclista deve carregar sua comida, eu levaria algo de emergência sempre em cima, tipo barras de cereais ou frutos secos, ou fruta liofilizada. Eu acho que é importante estudar o percurso com antecedência para ver os povos por onde vamos passar e assim poder aproveitar para comer ou comprar comida para eles. A alimentação varia de acordo com o ritmo previsto. Ou seja, se o objetivo é chegar, por exemplo, em 2 dias e meio, pois lá as paragens serão mínimas e você tem que se alimentar mais de barras de cereais, frutas e géis.
Para os que pretendam chegar em 4 ou 5 dias, que vão ser a maioria, a alimentação deve ser a mais completa: tem que fazer paragens para comer algo mais consistente, tipo sanduíches, pratos de arroz ou macarrão, etc., São muitos dias para chegar apenas à base de barras de cereais e frutas.

6. SONHO. Há algum truque para gerir o tema do sonho? Você pode treinar o n.º de alguma forma?
Pois eu acho que não se pode treinar. Eu recomendo chegar com horas de sono acumuladas. É importante dormir bem e dormir bem nos dias antes da prova.
E o que eu acho que é fundamental, e está relacionado de alguma forma com o tema do sonho, é fazer algum treino de noite, e que seja com as luzes que se vão usar na prova, para se familiarizar com a noite, e verificar como isso funciona nessas horas de escuridão, cansaço, etc.

7. SINAIS DO CORPO. Durante a preparação. Durante a corrida em si. A importância da recuperação.
Isso é algo importante e essencial em uma prova de longa distância: há que se conhecer bem, saber o que os ritmos são os bons, quando temos que soltar, quando temos que parar, quando temos que dormir…
Quando um é capaz de gerir estes sinais, e às vezes engañarlas mentalmente, então tem um alto percentual de ser interrompeu em uma prova de longa distância.
Eu acho que isso se aprende com a experiência e os anos. Não é algo que se pode ensinar, ainda que ter alguém por perto com experiência nesta matéria sempre vai nos ajudar, pois podemos avisá-lo de alguns sinais. No entanto, cada um é como é, e o que você vai bem, como o outro não funciona.
Este é precisamente um dos aspectos que tornam atraentes estes testes non-stop. Que cada qual se descobre a si mesmo e isso é uma aventura em si mesma. Há que vivê-lo para contar!

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6 perguntas respondidas sobre as DST

O que são as DSTS? As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são um grupo de doenças infecciosas, cujo denominador comum é o seu mecanismo de transmissão:…

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  1. O que são as DSTS?

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são um grupo de doenças infecciosas, cujo denominador comum é o seu mecanismo de transmissão: relações sexuais. Mas olho! É importante esclarecer que a transmissão de uma DST não ocorre exclusivamente através do coito. Existe um risco semelhante ou até maior, conforme o caso, ao realizar outras atividades, como o sexo oral.

2. Quais são as DSTS mais comuns?

Atualmente, as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns em Portugal são, por ordem:

  • Verrugas genitais pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV)
  • A uretrite (gonorreia/clamídia)
  • Sífilis

3. Quais são seus sintomas?

A maior parte da população adulta é portadora do HPV. O que acontece é que, na maioria dos casos, o HPV não causa sintomatologia alguma. Mas, às vezes, pode dar lugar a verrugas na zona genital e do púbis, que muitas vezes degeneram em processos malignos.

Dois são os microrganismos que, fundamentalmente, estão a causar uretrite: o gonococo responsável pela uretrite gonocócica ou gonorréia, que se caracteriza pela emissão de pus através da uretra, bem como por coceira genital e, por outro lado, a clamídia, que pode produzir sintomas genitounrinários (como a secrección de muito líquido transparente no caso dos homens) e, se não for tratada a tempo, pode se espalhar e afetar outros órgãos, como os olhos ou os gânglios linfáticos.

A sífilis, conhecido desde a Idade Média, provoca lesões genitais (chancros) nas fases mais precoces da doença, que pode até passar despercebidas. Depois, os sintomas desaparecem para rebrotar, mais tarde, de outras maneiras. Se não for iniciado um tratamento de forma precoce, a doença progride e pode chegar a atacar o sistema nervoso, onde você pode deixar vários tipos de seqüela.

Há que mencionar que todas estas doenças estão associadas ao HIV. Por isso, se uma pessoa sofre de uma destas doenças, tem o risco de ter contraído também conhecida como a ‘praga do século XX’.

4. O que fazer se detectam possíveis sintomas?

Não tenha vergonha: vá ao médico com urgência e conte tudo. Em muitas cidades espanholas há centros de saúde públicos especilizados no tratamento de DST que oferecem rapidez, segurança, anonimato e até mesmo apoio psicológico. Exceto o HIV, a maioria das DST pode curar, normalmente com antibióticos. Se você deixar passar, além de muda de mentalidade para você, você pode estar transmitindo a doença para seu parceiro ou parceiros sexuais.

5. Como prevenir?

Dentro dos métodos utilizados para prevenir as doenças de transmissão sexual, os únicos que demonstraram ser eficazes são os métodos de barreira, como o preservativo. Outra medida, além dos métodos de barreira, seria a seleção de pessoas de confiança, com as quais venha a manter relações íntimas, assim como a educação sexual e as novas gerações.

6. Como são os ETS que têm conduzido a monogamia em nossa cultura?

A monogamia tem uma origem multifatorial. Surgiu como conseqüência do apoio para o crescimento e desenvolvimento dos filhos, além de, como base para a reprodução do ser humano regulada por um contexto social. Não obstante, é verdade que das DST e aids, para evitar a sua expansão, desempenharam um papel igualmente importante.