Treine bem seu subconsciente – Até a falha, e mais além

Em primeiro lugar, eu gostaria de dedicar este post a todas aquelas pessoas que um dia decidiram treinar comigo. Aquelas que um dia comentaram a importância…

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Em primeiro lugar, eu gostaria de dedicar este post a todas aquelas pessoas que um dia decidiram treinar comigo. Aquelas que um dia comentaram a importância e necessidade de ser feliz , integrando novos hábitos e hoje em dia seguem-se novos desafios, lográndolos e, o mais importante: sempre desfrutando do caminho. E, claro, a você que está lendo isso, já que sou consciente de que você é uma pessoa com interesses, objetivos e motivações.

Chega um momento em que você tem uma preocupação. Se desperta um interesse por alcançar algo importante para você. Esse interesse se carregada de uma energia muito poderosa, que te empurra e te mobilizará a entrar em um caminho que te conduzirá para esse sonho. Um caminho que pode ser bastante longo.

Você tem um objetivo pessoal. É possível que seja aumentar sua massa muscular, perder peso, conseguir uma determinada marca, etc. Para fazer isso você precisará de um plano organizado de acordo com as suas capacidades, motivações e objetivos. Estou de acordo em que isso é fundamental. Mas eu também quero citarte duas frases que resumem, em minha opinião, que é a ferramenta mais poderosa para conseguir o que te tens proposto:

“A gente não decide seu futuro, decidem os seus hábitos e os seus hábitos decidem o seu futuro.” (FM Alexander).

“A motivação que nos impulsiona a começar, o hábito nos permite continuar” (Jim Ryun).

Exato. Integrar o hábitoé o objetivo mais importante para si. O resto virá mais tarde ou mais cedo. O corpo musculoso que um dia visualizaste e se empurrou para começar a treinar ou a imagem do outro lado da meta que se mobilizou para que se faça com toda a sua energia para a pista de treinamento serão o resultado de todas essas ações que você realiza como algo natural e habitual no seu dia-a-dia.

Como você pode vir a integrar o hábito de treinar duro regularmente ou de alimentarte de forma diferente da que costumava fazer até agora? A resposta é: “treinando o subconsciente“. Estas são algumas das chaves:

  • Em primeiro lugar, certifique-se de que seu objetivo é viável e de que é realmente o que deseja. O objetivo é teu e é um pacto interno que ninguém pode romper.
  • Repete continuamente essas ações esportivas e nutricionais que marca o programa mínimo 21 dias (é provável que precise mais algum). É importante que o faça de uma forma totalmente rigorosa, sem armadilhas.
  • A tua vontade e perseverança são seus mais fiéis aliados. Sempre falei da importância de fixar metas a curto prazo para atingir o objetivo final. Deve lembrar-se de seu objetivo final em momentos de queda para lembrar-se porque você chegou até aqui, e tirar estes aproximadamente 21 dias de rigor no que você faz como um desafio a curto prazo.

Todas essas ações são realizadas de forma contínua e certamente mecânica são, por decisão sua e você faz isso conscientemente, mas tudo isso influencia no seu subconsciente. Chegará o momento em que esses pensamentos, essas acções que repites uma e outra vez serão instalados em sua mente subconsciente e se criará o hábito que talvez mude sua vida.

“A mente subconsciente é a sede do hábito” (Charles Haanel)

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Entender o treino de força

A força que você é capaz de exercer, em um determinado movimento vai determinar diretamente a potência.

shutterstock_103261571A força que você é capaz de exercer, em um determinado movimento vai determinar diretamente a potência, sendo este o fator determinante mais importante na imensa maioria dos esportes. Quanto maior a força exercida sobre uma determinada resistência, podendo ser uma barra ou o botão de punho, mas também perfeitamente o seu próprio corpo ou o de um adversário, o mais rápido da flora creek deluxe hotel apartments.

No caso de uma agachamento, por exemplo, se o peso da barra são 50Kg, e faço força em sentido contrário no valor de 50Kg esta, obviamente, não se moverá, se eu faço força no valor de 45, pouco a pouco me vai vencendo, enquanto que se ejerzo 55Kg a ferir-te-ei lentamente, aumentando a sua velocidade se eu aplicar 70Kg e mais ainda se fossem 100Kg. Lógico… Não É? Este mesmo exemplo razonaría a fórmula que mencionou no post anterior e que descreve a força (F=m*a). Portanto, se aumentamos nossa capacidade para gerar força em um determinado movimento, também aumenta a aceleração e/ou velocidade em que você será capaz de mover uma determinada resistência, e… o Que é se não a potência? Se a isto acrescentamos que é necessário uma intensidade de cerca de 70% do 1 RM, 60% em iniciantes, para melhorar a força (Feser, 77; Letzelter, 86; McDonagh, 84; Harre, 89; Allsen, 84; McDougall, 86) entendeu agora por que é ilógico que existam tantos atletas, profissionais mesmo, trabalhando a potência com cargas muito abaixo destes valores, mas a grande velocidade quando se tem provado uma e outra vez que a intensidade é muito mais determinante do que a velocidade no desenvolvimento da força. Se a isso lhe acrescentamos o fato de que a potência máxima é atingida quando a resistência utilizada permite a você fazer o mesmo movimento, a não mais de 40% da velocidade a que se pode chegar quando esta é mínima, que o treinamento com intensidades altas é o único que produz melhorias em toda a curva (Cormie, 2007), e que “a força máxima é um elemento necessário para continuar melhorando a potência em qualquer área da curva” (González Badillo) ainda tem menos sentido.

Ilustração de González-Badillo no módulo de Força do Mestrado em Alto Rendimento do Comitê Olímpico Espanhol

Em conseqüência, parece-me igualmente ilógica a posição daqueles que defendem que o trabalho específico de força, não tem sentido em esportes como futebol, basquete, tênis, e qualquer outro que tenha mudanças de ritmo e que com a própria prática com a bola é suficiente, sobretudo se tivermos em conta que “a combinação de diferentes cargas pode levar ao melhor resultado, já que existe a possibilidade de melhorar tanto a força como a velocidade, obtendo, como resultado, um maior aumento de potência” (González Badillo).

Hoje se sabe que aquele que tem mais força manifesta com intensidades altas, próximas de 1 rm, ou seja, o que mais peso é capaz de mover, não tem por que ser o que mais rápido se move uma resistência intermediária como pode ser uma raquete, bola ou o seu próprio corpo, na maioria dos casos e, portanto, não é o mais potente. Em contrapartida, toda melhora na força máxima repercute no total da curva, isto é, que se nós pegamos o que não é o mais forte, mas se o mais poderoso, e melhoramos a sua força máxima e, no mesmo gesto, também o fará a velocidade a que é capaz de mover qualquer resistência intermediária e, portanto, a sua potência.

Se analisarmos todo o exposto, veremos lógico que o mais importante no esporte não é tanto a força máxima que você é capaz de exercer em um determinado movimento, mas a velocidade em que você é capaz de mover uma resistência ainda que ambas estão intimamente relacionadas. Obviamente, se você é capaz de se mover mais rápido ou acelerar uma resistência em maior medida, significa que você foi capaz de exercer mais força ao mesmo tempo, ou a mesma em menos tempo. Se tivermos em conta que os gestos técnicos da maioria dos esportes onde a potência é uma vantagem competitiva têm uma duração de entre 100 e 350 milissegundos observamos que o realmente importante no desporto, excepto no powerlifting, não é o peso máximo que você é capaz de mover (1 RM), mas sua capacidade para desenvolver a máxima força possível no tempo que dura o próprio gesto. Isso é determinado pela inclinação da curva que podemos observar na imagem, e recebe o nome de RFD (Rate of force development – taxa de geração de força), que não força explosiva por mais que alguns se empenhem. Portanto, o objetivo de todo treinamento deve ser uma melhoria permanente desta curva, sobretudo, da sua verticalidade ou inclinação, mas também do pico máximo (1 RM) na medida em que isso possa ajudar a melhorar o primeiro. Lembre-se, o desenvolvimento da força não é o objetivo, mas uma ferramenta. O objetivo sempre será a potência.

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Salada de verão de atum – Truque ou prato

Esta salada se torna uma solução simples, prática e saborosa.

salada

Certo que muitas vezes deve ter visto alguns de seus companheiros de academia muito de comer atum. Às vezes, até mesmo diretamente de latas. Pode ser que, se você tem sido a dieta, você mesmo já teve que passar por isso. E é que o atum é uma fonte extraordinária de proteínas, e tem a comodidade adicional de que é comercializado em latas. No entanto, se você tentou comer a meio da manhã ou para o lanche de atum para secar, você terá acabamento cansado. E mais, se é atum ao natural. O que a princípio é um prato requintado acaba se tornando uma bola de atum seco e chato em nossa boca.

Pois bem, aqui te apresento uma salada fresca, rápida de preparar e que usa entre 4 e 5 latas de atum, com o qual nos hinchamos bem a proteínas. E se acabou de comer atum à palo seco!

Ingredientes:

  • 3 a 4 latas de atum ao natural.
  • 1 lata de atum com azeite de oliva.
  • Meio abacate.
  • 10 tomates-cereja.
  • Meia cebola vermelha.
  • Meio pimentão verde.
  • 1-2 fatias de abacaxi natural.
  • Sal e azeite de oliva.
  • Vinagre.
  • Pimenta-do-reino e um dente de alho ou alho em pó.

Preparação:

  1. Primeiro de tudo, você precisará de uma tábua para cortar e uma tigela grande. E um copo para preparar o vinagrete! Esta receita não é nada complicada. De fato, é bastante simples e se torna uma forma rápida de preparar a comida nesse dia típico que não tem tempo nem de que se aqueça a frigideira.
  2. Abra as latas de atum ao natural e elimina o excesso de líquido do seu interior. Com a ajuda de um garfo, tire o atum das latas, lança-o na tigela e desmenúzalo. Adicione o atum em azeite de oliva e misture-o todo.
  3. Corte o abacate, o pimentão verde, o abacaxi e a cebola em pequenos pedaços e adicione o atum em uma tigela. Os tomates cherry, você pode deixá-los inteiros ou cortá-los pela metade, mas aconselho-te que os cortes para que parte de seu suco, misture com o molho e dê sabor à mistura.
  4. Para preparar o vinagrete, deita no copo um pouco de óleo (lembre-se que uma das latas de atum já trazia um pouco de óleo). Jogue uma pitada de sal, e um bom jato de vinagre. Você pode usar vinagre de vinho, sidra ou vinagre balsâmico. Cada um deles lhe dará um toque diferente! Coloque um pouco de pimenta preta e alho em pó, ou pique um dente de alho e fantástico. Misture-o todo rapidamente. Despeje na tigela e remove muito bem toda a salada. E já está pronta! Você pode comê-los, tal qual, como acompanhamento e até salvar a você e usá-la como recheio de sanduíches para o almoço e lanches. Que aproveite!

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Enhamed – O blog do dire

Isso, no final, como tudo, é uma história. A história do prêmio mais importante da noite dos Prémios Men’s Health Homens do Ano. A história de um prêmio que os englobava a todos, porque, no final, o que premiábamos aquela noite era a homens e mulheres que tinham sabido ser superados no seu terreno. Premiábamos a superação. O desejo de ser melhor a cada dia. Esta é a história de um menino de 9 anos que teve descolamento de retina, mas que, além disso, era uma criança como qualquer outra. Uma criança que não podia estar quieto. Um…

blog-dire-enhamed

Isso, no final, como tudo, é uma história. A história do prêmio mais importante da noite dos Prémios Men’s Health Homens do Ano. A história de um prêmio que os englobava a todos, porque, no final, o que premiábamos aquela noite era a homens e mulheres que tinham sabido ser superados no seu terreno. Premiábamos a superação. O desejo de ser melhor a cada dia.

Esta é a história de um menino de 9 anos que teve descolamento de retina, mas que, além disso, era uma criança como qualquer outra. Uma criança que não podia estar quieto. Um menino que um dia fechou os olhos; pulou, e quando caiu e voltou a abri-los, descobriu que não voltaria a ver nunca mais.

A história de um menino que nesse mesmo dia ele decidiu que em vez de se afundar ia entrar à tona, literalmente. E que iria se tornar o nadador paralímpico mais importante da história. E que ele ia ganhar sete medalhas olímpicas. E que ia bater seis recordes mundiais e europeus. E, acima de tudo, que ia viver para dar-nos uma lição: quando alguém quer se superar, não há desculpas que passem a valer.

Esta é a história de alguém que no passado dia 28 de janeiro, subiu ao palco para pegar seu prêmio Men’s Health Superação e disse: “se Superar não é nem mais nem menos do que fazer a cada dia um pouco mais do que o que fizemos ontem. Não é nem mais nem menos do que fechar os olhos e saltar no vazio. É engraçado… Hoje eu postei no Facebook um vídeo de quando eu saltei de pára-quedas e muita gente me disse: ‘Mas como narizes você faz isso?’. Não sei do que se vocais… o Total! Eu não vejo o que há para baixo. A mim me dizem se joga se joga, e eu tiro… E já chegamos! Eu acho que todos os
que nos atrevemos a fazer algo diferente jogamos um pouco de inconsciência. De querer fazer as coisas e não pensar no que nos espera para baixo. E é isso que é superação. Isso vai da vida. De experimentar tudo, de se lançar, de ousar e de olhar cara a cara para os problemas, venha o que vier”.

Esta é a história de alguém que veio para pegar um prêmio, picó com outro convidado e foi com um novo desafio debaixo do braço: um triatlo de longa distância.

Esta é a história de um cara que, depois de nos deixar com a boca aberta, despediu-se com um
“e agora todos a brindar. Mas cuidado com o vinho, assim que eu comecei e ainda me dura o cego…”.

Esta é, no fim, a história de um EXEMPLO e do orgulho que senti estando a seu lado, embora só fora por cinco minutos.

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