A lei dos 15. Acabaram-Se as desculpas para sair de bicicleta.

Apresentamos a fórmula ou a “Lei dos 15”, uma equação antiexcusas para quando não apetece sair de bicicleta porque chove, faz frio, vento ou as três coisas ao mesmo tempo.

Frio, chuva e vento. Certamente são os três elementos mais determinantes na hora de decidir se vamos sair de bicicleta ou, finalmente, vamos ficar em casa. É o nosso calcanhar de Aquiles. Nossa desculpa. Há quem não pode com o frio. A maioria odeia chuva. E quase ninguém suporta o vento, especialmente quando sopra de cara, que atendendo à Lei de Murphy, é algo que ocorre com muita freqüência. Mas o que é absolutamente insuportável que é a combinação dos três elementos. O post de hoje é sobre como avaliar de forma objetiva, essas variáveis e estudar a forma em que se inter-relacionam, de forma que a partir de agora, se você aplicar a famosa “Lei dos 15”, você saberá quando deve ficar em casa e quando não é absolutamente necessário.

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A FÓRMULA ANTI-DESCULPAS
A fórmula ou a “Lei dos 15” me foi revelada em um lugar e em circunstâncias muito especiais. Estávamos em molho qual grão-de-bico dentro de uma piscina natural de águas termais, no sul da Islândia, e começamos a conversar com um casal de cicloturistas que vive nas montanhas Rochosas, mais precisamente em Crested Butte, Colorado (EUA). A temperatura exterior desde 5ºC. Soprava um vento de aproximadamente 25 km/h. E chovia timidamente. Por sorte, tínhamos quase todo o corpo mergulhado em uma água morna –a mais de 35ºC– e com cheiro a enxofre que nos mantinha o organismo para os devidos 36ºC.

Quando se aproximava o momento de partir, nossos parceiros disseram: “chove a 2, o frio não passa de 3 e o vento está entre 2 e 3, assim que tudo isso soma 7 ou 8… pode pedalar”.

A umidade, o frio e o vento são três variáveis a ter em conta quando fazemos exercício ao ar livre. O objetivo é manter o corpo a 36º C.

Estavam a aplicar a “Lei dos 15”. Lhe conferem um valor a cada variável, entre 0 e 10, sendo 0 a negação desta variável e 10 o nível mais alto que se possa imaginar– se. Então somavam as três dígitos. Se o valor resultante não passava de 10, a decisão era inquestionável: se pedalou. Se aproximava 15, começaram a duvidar. “Aqui cada qual tem o seu limite. Há quem pedales com 20, mas o nosso está em 15”.

Eu, desde então, procuro aplicar esta fórmula. É muito útil porque ajuda a relativizar. Sim, está chovendo, mas, na verdade, chove apenas a 3, e um dia você pegou lá fora, uma chuva de 8 e não aconteceu nada, porque o frio era de 3 e o vento de 1. Ou aquela outra vez, em que o vento era de 9, mas nem chovia, nem fazia frio. Ou aquela outra em que fazia frio, mas não chovia nem fazia vento…

Um banho termal reconstituinte no meio do deserto frio do coração da Islândia.

Ah, sim, eu adicionei uma pequena, mas notável a norma do regulamento: se uma das 3 variáveis atingir o nível 10, embora as outras duas sejam 0, melhor não sair. Nesse caso, um bom livro e um pouco de ioga lhe sentar-se magnificamente bem para o seu corpo e a sua mente.

É claro que, escusado será dizer que, para desfrutar de um dia de bicicleta com frio, chuva e vento, desses que somam 15 ou mais, tem que ir preparado. Cabeça, os pés e as mãos são as partes do corpo que é mais importante proteger.

Pés secos, pés quentinhos, pés felizes.Comentários Facebook

A importância da revisão de tarefas

Cria listas de controle para conferir sua atividade diária e semanal. A análise de tarefas é uma forma de manter em dia seus assuntos

revisão de tarefasUm dos problemas mais comuns que afetam a nossa vida são os esquecimentos. Em o privado e o de trabalho, deixar de fazer algo porque lhe foi passado. O que dizer destas lamentáveis situações onde descobre uma data de entrega de um trabalho, uma semana antes, ou um aniversário de alguém importante no mesmo dia. Não há tempo de reação, deve improvisar e o resultado final não é o desejado. Sei que tens vivido, nos foi passado a todos. O que te falta é o hábito da revisão de tarefas.

Guardamos na memória o mais importante, o resto permanece em segundo plano e as circunstâncias ajudam a desvanecerlo. Um imprevisto, uma distração, podem ajudar a mover um marco de menor importância e se este é para dias, semanas ou meses de vista, o risco se multiplica.

Além dos meios convencionais para lembrar: agenda, listas de tarefas, anotações, as irritantes notificações de nossas apps… podem ajudar a reduzir o risco, mas não de uma forma significativa. A solução é mudar sua forma de agir, de criar o hábito da revisão.

Faremos uma revisão de tarefas, ao final deldía para tocar a lista de obrigações para a jornada seguinte. Dedicando 5-10 minutos a rever a nossa agenda, a lista de ‘coisas a fazer.’ apontando que devemos fazer se ou se amanhã. Reforzaremos a persistência no nosso plano de trabalho.

Para finalizar nossa semana implantaremos uma revisão de tarefas muito mais completa para colocar em ordem todos os nossos assuntos. Recolhemos tudo o que ficou no ar, desde os mais importantes até os mínimos detalhes, como e-mails ou chamadas a responder, a revisão da agenda para um mês visão para antecipar trabalhos importantes e começar a programar as ações necessárias. O passo final será a revisão de nossa lista de projetos – se não tem créala enumerando tudo o que está envolvido – e decidindo em quais vamos trabalhar na próxima semana.

Para agilizar esse processo, eu recomendo a criação de duas listas de controle, uma para cada revisão, onde enumeres os pontos a rever sua rotina. Na revisão semanal não indica com excessivo detalhe ou pode transformá-la em algo tedioso. Levá-la em cima, dentro de sua carteira, para dispor dele sem ter que procurá-la. Quando chegar o momento continua, ponto por ponto, você vai ajudar a criar uma rotina cortando a ação.

Desenvolver este costume é um passo de gigante para aumentar a sua eficiência, e melhorar a gestão de suas rotinas.

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A importância da higiene postural

Manter uma boa higiene postural é fundamental para ter um bom desempenho esportivo

higiene-posturalOK, Como já deve saber, qualquer descompensação em seu corpo pode ter consequências em todo o organismo. Tudo está relacionado entre si. Nenhuma parte do corpo funciona sem a ajuda de outra. E nenhuma funciona isoladamente, por si só, sem gerar adaptações pelo bom ou mal funcionamento de outros.

Por esta razão é tão importante manter sempre uma boa higiene postural. Neste caso, vou me referir a articulação temporomandibular-mandibular (ATM). Temos dois, um de cada lado, e articulam com o osso temporal do crânio (dos lados) e a mandíbula. Portanto, atuam equilibrando o crânio sobre a parte cervical da sua coluna vertebral (acima de tudo).

Uma lesão a nível cervical pode afetar a ATM e vice-versa. Uma má higiene postural a nível cervical acionado, sem dúvida alguma, disfunções na ATM. Se você tem uma má oclusão dentária (fechar mal da boca), seja porque não tem os dentes bem posicionados ou porque você está forçado psiquicamente e apertam forte seus dentes continuamente, durante o dia e/ou quando você dorme, seus ATM trabalharão de forma anormal e a musculatura de todo o teu corpo será descompensada e, portanto, pode gerar dores até em um joelho.

ATMQuando esta articulação funciona de forma incorreta se você pode gerar a síndrome da ATM, tendo como consequência dores de cabeça, dores de pescoço, costas, em qualquer nível, problemas com a mastigação e, por conseguinte, problemas digestivos, problemas em seu equilíbrio (pensa que o ouvido interno está localizado no osso temporal e problemas visuais. Ter este tipo de doenças físicas podem desencadear ter problemas psíquicos, tais como irritabilidade, ansiedade, estados depressivos, a diferentes níveis. Ainda, como dado curioso relacionado com a ATM, eu te direi que, em um caso extremo desta articulação pode chegar a bloquear na posição aberta ou fechada. Ainda me lembro há cerca de 14 anos, em um campeonato de Espanha de Futebol, como um dos meus companheiros de equipe, enquanto estávamos sentados em um sofá do hotel de concentração, ele ficou de boca aberta sem poder fechá-la. O fisioterapeuta da equipe, que estava por perto, viu-o e começou a massagear a mandíbula e o crânio. O médico do grupo deu um relaxante muscular e o problema foi resolvido, momentaneamente, síndrome da ATM. E digo momentaneamente, porque, se te dói a cabeça, por exemplo, por um problema de ATM (que não é o único motivo, nem muito menos de uma dor de cabeça), fazer uma massagem só será um patch. O melhor que você pode fazer é compensar as cadeias de seu corpo, indo à essência de como funciona o seu corpo, e resolver os problemas, desde a verdadeira raiz. E como isso é feito? Pois indo ver pelo menos duas vezes por ano a um dentista, como recomendação geral e pasándote pela consulta de um fisioterapeuta-osteopata. É evidente que um problema em seus ATM tem consequências diretas em seu rendimento físico-esportivo.

Vou dar um exemplo ainda mais claro, a modo de conclusão, relacionado com o esporte. Eu acho que você vai se lembrar para um jogador brasileiro que passou pelo F. C. Barcelona há alguns anos. Era o caso de Rivaldo. Este jogador, em sua primeira etapa, começou a ter fortes dores de cabeça enquanto juagaba os partidos. Os jogadores de futebol da primeira divisão estão sujeitos a muita pressão mental. Se, além disso, considerar que, por exemplo, Rivaldo masticaba chiclete, ainda enfatizas mais as possibilidades de ter todos os tipos de problemas mecânicos e mentais em seu corpo por causa de forçar as ATM. Quando identificaram o problema, pois não era outro que o chiclete, acabaram-se as dores no seu caso. Se quiser render ao máximo de suas possibilidades e ser a melhor versão de si mesmo, sem lugar a dúvidas, não se esqueça de passar pela consulta de um dentista, fisioterapeuta-osteopata, médico desportivo e/ou até mesmo um psicólogo.

A importância de se concentrar para melhorar resultados

Focalizar a atenção em um único assunto até finalizá-lo, esse deve ser um dos nossos cavalos de batalha. Saber focar para melhorar resultados, para deixar…

concentrar para melhorar resultadosFocalizar a atenção em um único assunto até finalizá-lo, esse deve ser um dos nossos cavalos de batalha. Saber focarpara melhorar os resultados, deixar de lado as múltiplas distrações na forma de chamadas, e-mails, notificações de vários tipos… Simples e claro, como complexo. Ao longo do tempo, tivemos a entrada de múltiplas interrupções como se fosse algo normal
Se você dar uma olhada para trás você vai perceber que tudo o que se desviava seu foco quando você era um menino era a tv, sair com seus amigos e pouca coisa mais. Hoje em dia as múltiplas vias de comunicação e de informação – têm se multiplicado de forma exponencial. Agem como uma chuva fina debilitando a nossa atenção com breves quebra do fluxo de trabalho. Se você não está acostumado a trabalhar com o telemóvel desligado é provável que quando tocar, dedique um minuto para atender a chamada , a rever a notificação, já que estas consulte sua timeline do twitter ou facebook…
Se você trabalha em frente ao computador e tem acesso a Internet Quantas vezes interrumpes seu trabalho para consultar algo, mesmo que seja sobre o que você está fazendo? Sim, há que ser bem difícil e não abandonar-se à rede por nada. Se o fizer acabaras clicando em um link e pulando de página em página queimando uma parte muito valiosa de seu tempo.
Tudo nos empurra para isso, os meios de que dispomos ou o comportamento social que o aceita como algo ‘normal’, de nosso tempo… Como se concentrar para melhorar resultados? Mudar os hábitos, começar a reprogramar o nosso comportamento para agir de acordo com as condicionantes.
1. Preparemos nossa sessão de trabalho. Reservar tempo para as tarefas importantes.
2. Recolhemos. Pensemos em tudo aquilo que necessitamos para os nossos afazeres, anotémoslo, guardemos essas anotações em uma bandeja ou em uma pasta, para que saiba sempre onde estão e evitar a sua pesquisa quando estamos ‘trabalhando’
3. Eliminemos as interrupções. Desconectemos telefones, pedindo para não ser interrompidos por colegas ou chamadas, desconectemos de Internet, menos o smartphone… búsquenos o isolamento.
4. Trabalhemos sem olhar para o relógio. Sem dúvida o mais difícil. Dedicar 30 minutos a um mesmo assunto pode ser uma missão impossível para os mais disperso. Eu recomendo a técnica pomodoro, 25 minutos trabalhando – 5 de descanso. Ideal para criar o habito
Se o seu grau de dispersão não se permite avançar em seus afazeres na velocidade que gostaria, tomate cada um destes pontos como um exercício-experimento. Aplícalos um a um, sem stress, mas sem pausas. Assim você conseguirá se concentrar… e melhorar seus resultados

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