Ajudas ergogénicas: a ponta do iceberg

As ajudas ergogénicas entendidas como suplementos esportivos são úteis, mas para melhorar o desempenho há aspectos mais importantes…

Samudice: 01/04/2014 às 4:00 pm

Olá Fabiano.
Não teria imaginado jamais, porque dizer NÃO à Área (de riso) de acordo com a Associação Espanhola no link que citações acima… Estão muito enganados e te direi porque, ponto por ponto:
1.- Resultados mágicos e rápidos: Sabemos tanto tu como eu, que a maioria das pessoas não se incomodar em ler algo que “não promete”, hehehe, bem que hoje em dia se costuma cair neste erro grave, mas não acho que devemos ignorarle por este motivo. Para mim, isso não diz nada a respeito da dieta em si. Além disso, segundo pude ler, refere-se nada mais do que pessoas que tem um fatal estilo de vida, por isso que, nesse caso, de certeza que vai melhorar muito ao passar dos hábitos presentes na Área.
2.- A área não proíbe nada. Recomenda, em certa medida, priorizar alimentos favoráveis em relação a outros “desfavoráveis”, sim, mas não proíbe nada como tal… E em todo o caso, sabemos que assim deveria ser, visto que há alimentos melhores, de maior qualidade e outros algo pior ou, do contrário, não poderia haver pessoas que não come saudável ou que são obesos, etc., Não me lembro de que proíba o pão ou torradas, mas sim recomenda outras alternativas.
3. Mostra resultados de alimentos: Sim, mas não proíbe nada, como acontece com muitas outras dietas. Além disso, Barry Sears explica o porquê dos resultados e nos oferece bons sistemas para recalcular as relações entre macro, no caso optemos por fontes que, para ele, são, sem dúvida, menos interessantes. Ex: Vegetais e frutas chegar a 40% de carboidratos, devem ocupar ambiente 2/3 do prato; se se tratasse de: Macarrão ou arroz, devem ocupar metade do prato… Como você pode ver, Anabel, o arroz ou a massa contêm maior quantidade de carboidratos e, por isso, recomenda fazê-lo assim, não por que os proíba a serem mortais, como nos quer fazer ver essa Associação.
4.- Exagera o poder do omega3: Hoje em dia sabemos que é fundamental a sua relação com o omega6 e não acho que isso seja exatamente ruim. Todos temos gostos e preferências e Barry Sears, talvez lhe deixa louco o omega3 hehehe, mas daí a que, como dizem, querer meter os produtos Enerzona, é MENTIRA; em nenhum momento do livro diz que você tenha que comprar seus produtos para poder seguir a sua dieta Área. Além disso, o estilo de vida de hoje em dia, valoraría que se molestase em dar um produto prático e fácil de transportar… Agora Você já subido à videira? Sim, eu não o vejo muito bem, nesse sentido, mas isso não retira a credibilidade alguma.
5.- Em relação ao cálculo de proteínas: Não vejo ele sair, em nenhum momento o lógico, é mais, explica os porquês quanto o faz, como no caso de atletas de força que treinem com demasiada frequência, mas no resto grupos (pessoas normais), não vejo incongruências em parte nenhuma.
6.- Culpar os hidratos: Aqui em parte estou de acordo, dado que os demoniza um pouco, mas de qualquer forma, admitamos que a sua própria dieta contém mais calorias de hidratos de outras coisas… ou seja, ele prioriza alguns hidratos sobre os outros, mas não elimina de todo a nenhum deles, mesmo os que denomina como desfavoráveis; diz que há que procurar comer mais favoráveis. E tentar é só isso, buscar, se devemos comer os desfavoráveis, por alguma razão, o que fazemos e ponto.
7.- Desacreditar as leguminosas como possível fonte de proteína: Claro que não há em nenhum momento… Não se deram conta de que, para ele, há outras de maior qualidade e, além disso, prefere vê-los como hidratos e não ter muito em conta o aporte protéico destas. Também me lembro que explica que, em vegetais, é difícil que se chegue a tirar proveito de toda a proteína que contêm, mais que nada, devido a fibra, que, segundo ele, dificulta um pouco o aproveitamento: vai Me perdoar, Anabel, que não tem nem idéia se será verdade ou não, porque também não me preocupei em descobrir.
8.- Gordura em atletas de 60%: O dito, em atletas, e também explica muito, mas muito bem as razões disso. Não se fala de rebajarles as proteínas ou os carboidratos, mas aumentarles a gordura sobre o total… E daí que chegue a 60% do total, o que, a priori, parece uma barbaridade, mas não é… Além disso, não são gramas de gordura, mas de calorias de estas (e por cada grama são 9kcal, por isso nunca vai ser muito). Cita também que não se aumenta a gordura saturada. nem muda nada na poliinsaturada, só a estou apaixonado, porque é ela que sim aumentaria… E sabemos que é precisamente a menos perigosa de todas (e nos aracnídeos neutra). De todas formas, Anabel, faria APENAS em atletas, NUNCA em pessoas normais.
9.- Gordura saturada e colesterol: Você já viu o último post de Guilherme Azevedo? Pois léetelo e ver que surpresa você ganha das próprias Associações, hahaha, que chegaram a esconder estudos em que a gordura saturada não subia jamais o colesterol e até mesmo o barulho… Em troca, eles descobriram que eram os hidratos as que incrementaban exponencialmente; mas, é claro, os estudos esses, os que tinham guardado, de vergonha. Também se pôde ver em tais estudos, que a gordura ruim de verdade, é a omega6 (em altas quantidades, claro). Isso beneficiaria o próprio Barry Sears, ao anunciar tanto o omega3, devido a que mejoraríamos a relação com o omega6… Vamos, que eu jogo o rabo, literalmente, com os conselhos estes, da tal Associação… Não lhes faça muito caso, Anabel.
Saudações

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Salas de aula virtuais, o futuro da formação

“Nas escolas do futuro, os alunos verão o por sua conta as classes e as aulas em vídeo, enquanto que o tempo letivo será utilizado…

Captura de tela 2013-04-11 à(s) 10.43.59nas escolas do futuro, os alunos verão o por sua conta as classes e as aulas em vídeo, enquanto que o tempo lectivo será usado para o debate e a resolução de problemas” – Bill Gates

Um grande número de personalidades dentro da educação em todo o mundo, afirma que o modelo atual está obsoleta. É difícil acreditar que na era das novas tecnologias, tal e como mudaram a vida da maioria das pessoas, o modelo educacional siga sendo praticamente igual quando nem existia a televisão. Claramente estamos desaprovechando o potencial que esses avanços tecnológicos proporcionam-nos, simplesmente porque ninguém com bastante responsabilidade foi colocada remodelar o sistema atual, seja para evitar o confronto com aqueles que se sentem confortáveis em seus departamentos, ou o custo econômico que representa.

Haverá quem diga que parte da culpa de que não avancemos é a falta de ideias realmente inovadoras que justifiquem dar o passo definitivo que faça toda a transformação, mas não é verdade. Prova disso são as salas de aula virtuais que empresas como Resistance Institute (www.resistanceinstitute.com e) ter implantado há pouco. Já fizeram a primeira, e ao fim deste mês, farão a segunda.

Imagine uma classe que possa assistir sem importar onde você esteja. Com mais interatividade do que uma aula convencional, graças ao sistema de bate-papo que permite conversar com outros alunos para discutir dúvidas sem necessidade de incomodar os outros ou interromper o professor. Imagine também que você possa lançar suas perguntas ao professor e este, ou qualquer um de seus ajudantes, resolvértela sem a necessidade de interromper a aula e lastrar o resto dos alunos. Agora imagine que você possa aceder a essa classe em diferido, pois nem todo mundo é bom mesmo horário de trabalho ou simplesmente por encontrar-se em outra parte do mundo, com um horário diferente. Estamos falando de poder aceder a uma classe magistral nos EUA ou vice-versa, interagir com outros profissionais e/ou professores que comentar dúvidas, além de fazer isso, quando melhor nos venha podendo parar a reprodução, em caso de que precisamos de mais tempo.

Não há limites mais que o engenho aquele que quer mudar as coisas. O único problema seria a largura de banda da empresa decidisse levar a cabo este tipo de ações e limitaria o número de possíveis participantes. De não ser assim, você poderia até mesmo assistir a uma aula ao vivo com um número elevado de alunos, o que ele muito ter este tipo de privilégio.

Resistance Institute fez recentemente uma prova com grande sucesso entre os alunos do seu programa Academy sobre sistemas de polias, e o próximo dia 25 de Abril, realizar uma segunda sala de aula virtual em aberto, você é ou não aluno, sobre o mito das cadeias abertas e fechadas no exercício. Este conceito, que vem de engenharia mecânica, já usam há muito tempo os profissionais do exercício, talvez com demasiada facilidade, sem realmente entender a complexidade do conceito, o que nos pode levar a erro ou, no melhor dos casos, confusão.

Se quiser participar desta aula virtual, apresse-se porque há um limite de 30 vagas. Nele você aprenderá a escolher os exercícios, mas, acima de tudo, a máquina mais adequada, em função dos músculos que queira recrutar e os objetivos que pretende alcançar.

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Atentado no Paquistão: Assim eu vivi

Video Platform Video Video Management Solutions Video Player Muitos vos tereis ciente do que me aconteceu no Paquistão e eu quero explicar aqui e agora,…

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Muitos vos tereis ciente do que me aconteceu no Paquistão e eu quero explicar aqui e agora, pois eu sou a única pessoa que sabe o que realmente aconteceu. Primeiro, quero deixar claro que em todo momento estava consciente dos perigos a que me expunha ao atravessar este país, e em especial na região do Baluquistão. Por isso, tomei a decisão de entrar em um trem na cidade iraniana de Zahedan, para atravessar o país em um meio de transporte de acordo com o meu nível económico.

Quando planifiqué meu caminho, não me restava outro remédio que atravessar o Paquistão, pois a outra possibilidade teria sido Afeganistão ou fazer o percurso pela Rússia, o que é inviável no inverno.

Infelizmente, por problemas de as duras etapas conduzidas acabei no deserto iraniano, não cheguei a tempo para pegar um dos dois trens que saem mensalmente para este destino. Em dois dias, meu visto expirar e tomei a decisão de cruzar a fronteira terrestre para entrar em um ônibus na cidade fronteiriça de Taftan.

Nada mais cruzar a fronteira, um militar guiou-me ao quartel de polícia, onde me informou que o ônibus não era meio de transporte seguro para mim e decidiram escoltarme até a cidade de Quetta. Diante da impossibilidade de negar-me a tal proposta, aceitei muito grato.

Durante três dias, me foram passando de posto de controle em posto de controle, mudando de veículo, em todos eles, descarregar e voltar a carregar a bicicleta com toda a equipe em cada revezamento. Os escoltas policiais partilharam comigo a sua comida e seus lugares de descanso e fizeram-me sentir a salvo e protegido.

Na tarde do terceiro dia, o carro de escolta em que viajava parou em um posto de controle para que mudasse novamente de veículo. Mas logo eu percebi que a situação era diferente da dos anteriores revezamento. Tinha mais presença militar e uma longa caravana de veículos que se embrenhava nas montanhas da estrada que avançava desde a minha posição. Justo no exato momento em que eu olhei para fora da parte superior da kombi Pick Up, fui testemunha de uma enorme explosão que destruiu o ônibus com 40 passageiros em seu interior.

Rapidamente saltei do veículo e me pus a coberto das rajadas de tiros em resposta à explosão, correndo atrás do muro de uma casa pequena. Esperei coberto de balas até que os policiais me disseram que voltasse para o veículo, para mover-se para um quartel situado a 5 km, onde passei a noite.

Na manhã seguinte, fui escoltado de volta para atravessar a estrada em que sofreu o atentado. Viajava com um motorista e um policial armado. Sentei-Me na parte traseira do veículo e, ao cabo de alguns minutos, eles lançaram uma granada de mão contra o nosso veículo, que detonou a poucos metros, atingindo um inspirado no metal de arma na minha cabeça. Atordoado com a explosão, o zumbido em meus ouvidos, e o sangue que jorrava da ferida, eu me deixei cair no chão da carrinha junto ao acompanhante. O motorista acelerou para escapar dos inúmeros tiros que estava recebendo o veículo, e rapidamente me levaram a uma clínica situada a 15 quilômetros.

Só eu recebi atenção médica, uma vez que tanto a escolta que viajava comigo na parte de trás, como o motorista, saíram ilesos. Por sorte, a arma só tinha me rozado a cabeça para me provocarem uma ferida superficial.

Rapidamente, me transferiram para o hospital militar da cidade de Quetta, onde me fizeram um check-up completo.

Depois de todos os cuidados hospitalares, me levaram para o quartel-general onde e capitães gerais preocupado com a minha segurança, que me puseram em contato com a minha embaixada para ser evacuado da região do Baluquistão.

Fui transferido para o aeroporto, mediante a escolta militar, onde me embarcaram em um avião com destino Lahore.

Serei eternamente grato a forças de segurança pakistanies, a minha embaixada e ao Ministério de Assuntos Exteriores.

Lamento que só se ouça falar sobre o que acontece no Paquistão quando um ocidental como eu sofre um atentado. A realidade dos cidadãos deste país é duro, vivem com um conflito bélico na porta de sua casa e, infelizmente, muitos policiais e militares dão sua vida para defender a população.

Por fim esclarecer que no momento do ataque, o carro em que viajava, estávamos sozinhos na estrada e que os seis policiais que infelizmente perderam a vida, não morreram no ataque que sofreu o meu veículo. Felizmente tanto o condutor como a escolta que levava comigo e eu, saímos de lá com vida.

Depois de tudo o que vivi, tenho pedaleado de novo para seguir em frente de novo com o meu desafio desportivo. E continuará a partir deste blog das minhas andanças. Obrigado a todos e até breve.

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Assim são as novas recomendações dietéticas americanas

Colocamos o olho nos Estados Unidos para seguir muitas das suas tendências e novidades, e seus Guias Alimentares não podiam ser menos. Publicadas a cada 5…

nutrição-americana-consejos2OKnós Colocamos o olho nos Estados Unidos para seguir muitas das suas tendências e novidades, e seus Guias Alimentares não podiam ser menos. Publicadas a cada 5 anos, têm uma grande influência sobre as recomendações dietéticas que se darão nos Estados Unidos e que continuarão a muitos outros países.

Este guia começa enfatizando a mais triste realidade. E é que, quando conseguimos reduzir a taxa de doenças infecciosas, as doenças crônicas não-transmissíveis (doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer) tiveram uma subida imparável devido aos maus hábitos alimentares e a inatividade física. A metade da população Americana sofre de uma destas doenças e o excesso de peso e a obesidade tiveram um custo elevado na saúde e na economia, tendo em 2008 um custo médico de 147 milhões de dólares.

Para resolver este problema, essas guias nos oferecem as seguintes diretrizes:

  1. Segue um padrão de alimentação saudável ao longo de sua vida.
  2. Um padrão de alimentação saudável inclui:Uma variedade de vegetais de diferentes tipos.Frutas, especialmente inteiras.Féculas, pelo menos a metade deles integrais.Lácteos com baixo teor de gordura ou desnatados.Uma variedade de proteínas, incluindo frutos do mar, carnes magras, ovos, leguminosas, nozes, sementes e produtos de soja.
  3. Um padrão de alimentação saudável limita gorduras saturadas, trans, açúcares e sódio. Portanto:Os açúcares devem representar menos de 10% das calorias diárias.A gordura saturada também deve contribuir com menos de 10% do consumo energético diário.Consome menos de 2.300 mg de sódio ao díaSi se consome álcool deve ser feito com moderação (uma taça por dia em mulheres e dois homens)
  4. As necessidades de nutrientes devem ser, principalmente, cobertas por alimentos, incluindo alimentos densos em nutrientes.
  5. Os padrões alimentares saudáveis são adaptáveis: os indivíduos têm mais de uma forma de alcançar um padrão de alimentação saudável, que deve ter em conta o seu ambiente sociocultural e suas preferências pessoais.
  6. Além de uma alimentação saudável, devemos manter uma atividade física regular.

Meus comentários sobre as Guias de recomendações dietéticas para Americanos 2015-2020

  • Eu amo o que está a recomendar hábitos alimentares ao longo da vida. Não se trata de fazer dietas. Com isso se quer transmitir a mensagem de que se trata de comer saudável e conseguir alguns hábitos saudáveis que te acompanhem por toda a vida. E vivei em acrescentar que não só o peso importa. Você pode manter o seu peso, praticar exercício, enquanto mantiver uma dieta inadequada. Manter o peso NÃO é sinônimo de saúde que escolhe comer saudável, seja qual for o seu peso.
  • Mas não há muito a tónica nem explicação, depois de toda a forma de sumos e batidos de os últimos anos, acho que era necessário incluir a anotação de que há que consumir frutas MELHOR inteiras. Os sumos e os liquefeitos devem ser de consumo limitado e não são igual a uma fruta inteira, já que eliminamos a fibra e parte da saciedade que nos produz o fato de mastigar.
  • Me surpreende um pouco a recomendação de potenciar os produtos lácteos com baixo teor de gordura ou desnatados, já que faz um tempo que está se vendo que o consumo de lácteos inteiros não é prejudicial para a saúde. Eu acho que se deve a uma tentativa de limitar as calorias totais da dieta e os que vêm da gordura saturada, outro dos elementos que o Guia recomenda limitar.
  • Em relação ao álcool. Me parece que se aquém da recomendação inicial não advertindo sobre os perigos e os benefícios inexistentes do consumo de bebidas alcoólicas. Embora no apêndice referente a este tema deixa muito claro que o álcool NÃO está incluído nos padrões de alimentação saudável destas guias e que não se recomenda começar a consumir qualquer bebida alcoólica, por qualquer motivo, ou devido a qualquer suposto benefício (sim, eu falo do vinho também…para ver se desaparece essa taça de vinho de nossas pirâmide), eu acho que uma das frases que deverá aparecer é: recomenda-se evitar as bebidas alcoólicas.
  • Acho que entre os alimentos a limitar faltam, sem dúvida, os cereais refinados.
  • Me parece um acerto o comentário de que se pode chegar a um padrão de alimentação saudável, de diferentes modos, e que não é de tanta importância, como anteriormente aos percentuais de macronutrientes, mas a qualidade dos alimentos, em que enfatizam com o termo “alimentos densos em nutrientes” e que definem com alimentos com um elevado conteúdo em vitaminas, minerais e fibra.
  • Desaparece o limite de colesterol dietético devido a que a evidência de que está relacionado com o colesterol no sangue é baixa, mas a sua recomendação continua a ser baixa devido a que se limite os alimentos ricos em gorduras saturadas (que também são ricos em colesterol). Ficam exonerados o ovo e alguns crustáceos e moluscos já que apesar de serem ricos em colesterol, não o são em gorduras saturadas
  • Muito importante também o fato de destacar a necessidade de cobrir as necessidades alimentares com alimentos (e não com suplementos), em um país onde o consumo de suplementos alimentares é excessivo.
  • Duas coisas que estão escondida entre as centenas de páginas de Guias e que eu gostei especialmente são:

– A advertência dos ingredientes escondidos em alguns alimentos. Com isso, adverte para a importância de evitar alimentos ricos em açúcar adicionado, gorduras saturadas e sal, sem que nós o saibamos. Falta-Me que sim, que acrescentem a principal recomendação para evitar estes alimentos: evite os alimentos altamente processados.

– As propostas de mudanças exemplificadas em imagens. Por fim, não se trata apenas de dizer o que a gente não deve comer, mas de dar-lhe as opções de que ele deve comer. Algo que fazemos nutricionistas-nutricionistas cada dia na consulta. Menos proibir e dar mais ideias de como levar uma alimentação saudável, saborosa e apetitosa.Consumo abaixo das recomendações ou abaixo dos limites nos EUA

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