O esporte como uma resposta aos problemas sexuais

Men’s Sexual Medicine é a primeira aplicação sobre urologia e medicina sexual que permite a auto-avaliação para os homens que têm problemas em matéria…

problemas sexuaisMen’s Sexual Medicine é a primeira aplicação sobre urologia e medicina sexual que permite a auto-avaliação para os homens que têm problemas no âmbito sexual. Neste sentido, esta ferramenta oferece uma série de sintomas de início e recomenda os possíveis análises a efectuar e uma orientação diagnóstica. A partir do diagnóstico, será proposto o tratamento mais eficaz tendo em conta tu segurança.

Esta aplicação, em que participei como LCAFD, coloca ao alcance da sua mão respostas médicas para os problemas sexuais e de saúde do homem, selecionadas por profissionais de alto nível no campo da investigação médica, nutricional e esportiva. Com ela você poderá consultar de forma simples e discreta, todas as soluções, baseadas em estudos científicos, para qualquer tipo de problema urológico e da esfera sexual, disfunção erétil, diminuição de testosterona, ejaculação precoce ou problemas de próstata. Além disso, permite obter uma dieta personalizada e uma tabela de exercício físico, adequadas às nossas necessidades específicas.

A disfunção erétil não é o único problema que podemos ter dentro da esfera sexual, mas talvez seja, sim, o que mais vos possa chamar a atenção. Por isso, a modo de exemplo concreto, te proponho a relação entre exercício físico e as melhorias que você pode ter em relação ao problema em questão citado, a disfunção erétil (DE).

A disfunção erétil, discutindo o estritamente físico, pois este problema responde a um problema multifatorial (psicologia, nutrição, neurologia, sociologia, entre outros), responde a duas razões: Vasculares e hormonais.

Causas vasculares:

“A causa orgânica mais frequente de ED é a alteração dos fluxos sanguíneos), e eferente do pênis. A arteriopatía aterosclerótica (endurecimento, rigidez das artérias) ou traumática pode diminuir o fluxo para os espaços da lagoa, dando lugar a uma rigidez menor e a necessidade de maior tempo para conseguir a ereção completa. Um fluxo de saída excessivo pelas veias, embora exista um fluxo de entrada suficiente, pode também contribuir para a presença de ED”.

Como você ajuda o exercício físico?

O endotélio é o tecido mais interno que reveste os vasos sanguíneos e, este, deve funcionar devidamente, para que o sangue circule de maneira normal, os vasos sanguíneos, incluindo os do aparelho reprodutor masculino. Entre outras coisas, se você tem boas ereções, é porque o seu endotélio está em bom estado. O óxido nítrico, uma substância amplamente estudada e divulgada pelo prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia Dr. Louis Ignarro, é sintético, entre outros, pelas células endoteliais. As células do corpo cavernoso do pênis produzem óxido nítrico em um estado de excitação sexual. O óxido nítrico estimula uma série de processos que relaxa o músculo liso dos corpos cavernosos do pênis. É vasodilatador e podemos aumentar os seus níveis com o exercício físico. Além disso, comenta o mesmo autor científico que ingerir peixe, soja e nozes também aumenta a sua produção. Da mesma forma que comer frutas e legumes nos previne do estresse oxidativo, precisamente por os agentes antioxidantes, como as vitaminas A, C ou E e ponifenoles. O exercício físico também previne a aterosclerose. Portanto, se fazemos exercício, pelos motivos anteriormente citados, podemos evitar e/ou melhoramos um problema DE por causas vasculares.

Causas Hormonais

De acordo com Kevin T. McVari (2006): “Os andrógenos aumentam a libido, mas ainda não está definida sua participação exata da função erétil. Não obstante, os níveis normais de testosterona parecem ser importantes para a função erétil, em particular, dos homens de idade avançada”.

Como pode ajudar-nos a prática de exercício físico?

A testosterona é um hormônio diretamente relacionada com a libido sexual. O exercício de média e alta intensidade aumenta os níveis de testosterona (Cumming e Hackney, 1989). Portanto, o exercício físico previne e melhora. Por outro lado, tenha em consideração que quando o exercício físico é de baixa média-baixa intensidade e de longa duração, não só faz com que os níveis de testosterona não variam (Cumming, 1987), mas que podem chegar a diminuir (Tanaka, 1987).

Quem são os responsáveis pela aplicação?

Dr. Eduardo Garcia Cruz, responsável pela elaboração desta aplicação, é urologista do Hospital Clinic de Barcelona, responsável pela unidade de Urologia e Men’s Health de Barnaclínic+.

Dr Javier Romero (Hospital 12 de Outubro, Lisboa)

Dr Nuno Tomada (Hospital S João, Porto)

Dr Ege Can Serefoglu (Bagcilar Hospital and Research Training, Istambul)

Dr. Giulio Garaffa (St Peter’s Andrology and the Institute of Urology, University College London Hospitals, Londres)

Bárbara Romano, nutricionista e nutricionista com vasta experiência em alimentação em pacientes de alta complexidade, do Institut Clínica de Nefrologia i Urologia de lHospital Clinic.

Fito Florensa, um servidor (Ciências da Atividade Física e do Esporte).

Eu recomendo, absolutamente, fazer o download desta app em que pude participar como especialista em Ciências da Atividade Física e do Esporte em versão ampliada da mesma.

Conclusão:

O mínimo recomendável é fazer um mínimo de exercício de 30′ 5 dias por semana, a uma intensidade moderada. Claro está que isto só serve para uma primeira fase (1 mês e meio), se você leva uma vida sedentária. Depois você deverá aumentar o tempo de 1h pelo menos 4 dias por semana e combinar atividades intensas e moderadas, pouco a pouco. E, como é lógico, o exercício físico não só irá ajudá-lo na produção do óxido nítrico e a regular a relação cortisol-testosterona, mas também fará com que você tenha um % menor de gordura, reduzir a freqüência cardíaca de repouso (FC rep), diminuir os níveis de colesterol LDL, aumentar o HDL-colesterol, aumentar sua auto-estima e empatia. Todos eles fatores que te ajudarão a ter relações sexuais satisfatórias. Convém sublinhar que esta app não quer, nem pode, substitua a visita ao médico, muito ao contrário, deve ser uma primeira consulta que motive a visita.

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