Fazendo agachamento, controla a flexão do tornozelo

No post anterior falamos de como poderia afetar a técnica dispor de uma flexibilidade ou mobilidade reduzida de tornozelo e o que fazer para…

Bending de tornozelo no agachamentoNo post anterior falamos de como poderia afetar a técnica dispor de uma flexibilidade ou mobilidade reduzida de tornozelo e o que fazer para corrigi-lo e, assim, poder realizar o exercício rei com maior segurança.

O seguinte aspecto, que devemos tratar é a posição de joelhos. Estas, jamais devem ultrapassar a linha dos dedos dos pés. Pessoalmente, para controlar isso e que o atleta esteja ciente de onde está o limite, gosto de usar um Foam Roll que coloquei de pé, encostado à ponta dos pés. Se o joelho toca ao flexionar é porque chegaram à máxima permitida flexão. Os atletas que estão com dificuldades, ou mesmo incapacidade, para atingir a horizontal com a sua coxa, sem ultrapassar essa linha, pode ser devido a um problema não apenas de flexibilidade, mas possivelmente de força naqueles músculos que deveriam estar trabalhando. Também é possível que sejam perfeitamente capazes de fazê-lo corretamente, mas que, depois de muitos tempo fazendo o exercício incorretamente, tenham automatizado de um padrão motor incorreto.

Este pequeno detalhe é determinante, porque devemos manter o exercício de chave de joelho e, para isso, devemos manter controlada a flexão do tornozelo. Quando um desportista lhe pedem que faça um agachamento, a primeira coisa que pensa é em baixar o culete o mais facilmente possível e com o mínimo de esforço. Para os atletas fora de forma, a maneira mais fácil é remover a maior quantidade de stress nos músculos fracos, na maioria dos casos, os quadríceps. Nestes casos, tendem a iniciar a descida do centro de gravidade, deslocando-se de joelhos para a frente até que a flexão de tornozelo não dá mais de si, e é quando começam a flexionar o joelho, por isso que muitos deles tendem a elevar o tornozelo durante a descida. Esta técnica incorreta provoca um excesso de flexão de joelho quando o nosso coxa chega à horizontal, provocando um excesso de tensão e alongamento dos músculos que resulta em menor desempenho e um maior risco de lesão.

No esporte profissional, muitos treinadores de força utilizados determinados graus de flexão de joelho, evitando que isso aconteça, mas, no dia-a-dia, o Que um atleta amador dispõe de tecnologia para controlar a flexão do joelho? É por isso que é fundamental controlar o deslocamento frontal do joelho, para poder trabalhar de forma pesada, neste exercício, com profundidade suficiente para produzir a maior ativação muscular possível nas zonas desejadas e, tudo isso, fazê-lo da forma mais segura possível.

Se falamos com um fisioterapeuta ou traumatólogo, este sempre tentará limitar a flexão do joelho para garantir uma faixa de segurança no movimento, mas tudo isso resulta em uma menor ativação da cadeia posterior. É por isso que é determinante que o staff médico e formadores falem a mesma linguagem, buscando as sinergias em vez de criar confusão e intranqüilidade na mente do atleta. Isto se consegue desenvolver uma boa técnica, de modo que a flexão de tornozelo a fim de minimizar para, assim, que as coxas possam chegar à horizontal ultrapassando o mínimo possível os 90 graus de flexão de joelho.

Para garantir que todos estes passos estão na ordem certa, todo atleta deve aprender a fazer agachamento com seu próprio peso antes de passar para opções munhequeiras e tornozeleiras com peso como front squat ou agachamento tradicional.

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