Aprenda a governar seu dia-a-dia

Eficácia é ter o controle de sua rotina, saber onde você está indo, fazer as coisas com intenção. Se você perdeu as rédeas natural. não precisa de limar com uma simples diretrizes

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Você gosta do que faz e sente-se mais ou menos feito, mas mesmo assim ainda saturado, transbordava para o dia-a-dia. Sem saber como seus dias se torcem de forma reiterada, quase nunca chegar às metas diárias fixadas. Para dar um impulso a sua eficácia pessoal, você deve aprender a governar seu dia-a-dia.

“Chego ao escritório, eu iniciar o computador e leio os e-mails que me têm chegado. Cada dia eu encontro algum pedido de um cliente ou de meu chefe que me revientan o plano de trabalho. Eu perco uma hora respondendo a e-mails e resolvendo esse assunto chave. Mas depois retomar minha jornada, já não o faço, nem o humor, nem com a energia que tinha a primeira hora.”

“Estou cansado! Eu Me sinto como um curinga, atendendo a pedidos de amigos e colegas. Acreditam que estou à sua disposição demoram namoro, de forma reiterada ou impõem hora e dia para fazer planos.”

Não me digas que não te soa alguma destas situações (ou todas). Vivemos de uma forma excessivamente reativa. Nossos negócios e, finalmente, nossas vidas são condicionadas pelas agendas de outras pessoas ou de nós mesmos, através da facilidade com que perdemos tempo com interrupções e distrações autogeneradas.

Perdemos as rédeas de nossas vidas

Não se trata de que alguém como o chefe ou aquele colega de trabalho com excessivo caráter tenha tomado as rédeas de seu dia-a-dia sem a sua permissão. Em algum momento você se relaxado e as soltou.

Também não se trata de um problema de falta de personalidade ou um excesso de ingenuidade. Apenas mudou o mundo em que vivemos. O número de assuntos que requerem a nossa atenção não para de aumentar e nos transborda, questões formais relacionados com as suas responsabilidades ou outros problemas decorrentes do estado de conexão permanente em que vivemos.

Nos sentimos sobrecarregados, afogados. Perdemos a perspectiva e passamos a atender cada questão que se apresenta, de imediato, tentando evitar o transbordamento. Sem ter em conta o custo de oportunidade perdida e deixando de lado qualquer preparação estratégia preparada “a priori”.

Eficácia é a intenção e pró-atividade

Trata-Se de viver de levar a batuta e de viver uma vida mais intencional. Dirigir aprendendo a refletir sobre a importância de cada questão que chama a porta e tratar simplesmente do que o necessário, atrasando ou eliminar o resto.

Você não pode fazer tudo o que deseja e pede. É mais importante decidir que você não vai fazer e estar à vontade com isso priorizar entre a sua lista de tarefas pendentes.

Quando falo de eficácia pessoal eu faço muito a atenção para os hábitos. Acima de truques ou sistemas, implantar novos hábitos permite moldearte a si mesmo através de pequenas mudanças.

Porém, antes de mudar de hábitos é necessário mudar a mentalidade e as crenças que acumulamos ao longo dos anos. Ser conscientes de como agimos e nos abrirmos para a possibilidade de dar novas respostas para os problemas que nos transbordam.

A capacidade para deixá-lo para mais tarde

Somos escravos da resposta imediata. É uma forma de dar saída a um e-mail, um pedido de um companheiro ou um assunto delegado pelo chefe… Ter alguém esperando por uma resposta gera insegurança e desconforto, no entanto precipitarnos na resposta cria compromissos que não foram valorizada o suficiente.

Atrasar a ação dá tempo para terminar, ou requisitar, o que se tem entre mãos. Permitindo responder com a cabeça fria:

  • Meu companheiro precisa que lhe conte como funciona o software corporativo. Precisa ter concluído um relatório ao final da manhã e me pega a ponto de ligar para um cliente…

Sou simpática, lhe ela sorriu, disse-lhe a minha situação, lhe emplazo dentro de uma hora e peço para que se comece a olhar para o app anotándose as dúvidas em forma de perguntas concretas.

  • Meu chefe me carga com uma nova tarefa, mas estou com outra questão encomendada por ele mesmo a tarde anterior.

O melhor é falar com ele, contrastar planos de trabalho e saber o que é o mais importante agora mesmo.

O mesmo acontece com atividades que costumam afetar o plano de trabalho ou atividade fixado anteriormente. Tentamos, com isso, minimizando o seu efeito negativo:

“Em vez de revisar o correio a primeira hora eu vou a meio da manhã. Câmbio o momento e a forma, lhe prestou a maior atenção a cada e-mail, se há alguém que precisa de uma ação imediata, o que faço, mas, em caso contrário, os leio com calma, me marcou quais ações executar e envio para meu aplicativo para gerenciar o trabalho ou para a agenda.”

Do mesmo modo que a acumulação de pequenos comportamentos erráticos, causando sensação de transbordamento e estresse, movimentos mínimos na direção certa nos livram e melhoram a situação.

Marcas suas próprias prioridades

A eficácia pessoal requer de objectivos, prioridades semanais e o seu plano de trabalho diário… Sendo consciente dessas metas sabe o que é o mais importante, permitindo-lhe ter uma referência clara para governar o momento presente.

Parar para pensar um segundo se pode abandonar o que você está fazendo para se dedicar a sua atenção para uma nova solicitação.

Exposto nestas linhas é a parte funcional necessária para evitar sentir-se sobreposto pelo cotidiano. Os princípios. Há uma série de fatores que permitem potenciar esta atividade, dos quais falaremos na segunda parte.

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Aprenda a “empacotar o pescoço”

Este post é dedicado a Chalie Weingroff, autor do artigo “Packing in the Neck”, sem o qual, seguiríamos destrozándonos o pescoço cada vez que fizermos,…

Packing the neckEste post é dedicado a Chalie Weingroff, autor do artigo “Packing in the Neck”, sem o qual, seguiríamos destrozándonos o pescoço cada vez que fizermos, tal como costumavam ensinar no colégio e, tradicionalmente, nas academias de ginástica, exercícios do estilo de Peso Morto, Agachamentos, Bons dias, e qualquer outro em que se produza a mais mínima tensão na região cervical.

“Packing in the neck”, que traduzido seria algo como “empacotar o pescoço”, consiste em posicionar tanto cervicais, como o resto da coluna em posição neutra durante todo o movimento. Se você olhar para as imagens seguintes, a primeira reflete a posição normal que costumamos ver nas salas de ginástica e que, tradicionalmente, é considerado correto, sendo a segunda imagem, onde se posiciona a cabeça, tal como recomendado.

Se você olhar só olhar a primeira foto já dói. Então, Por que continuamos posicionando a cabeça e o pescoço dessa maneira? Pessoalmente, eu tenho duas teorias. A primeira seria devido a que muitos dos exercícios que se realizam habitualmente vêm de halterofilismo e o powerlifting, disciplinas em que foi herdado, tradicionalmente, a crença de que, por olhar para a frente ou, até mesmo, para cima, aumentava a capacidade de desenvolver força nestes exercícios. Para isso só tem que olhar como os halteras profissionais realizam seus exercícios habituais. É fundamental destacar que essa crença persiste devido a que os treinadores costumam ser atletas aposentados que seguem os postulados com os que se lhes treinou a eles, e como lhes passava a seus treinadores, por isso que, se nos remontamos suficiente, poderíamos chegar ao macaco. A segunda razão, segundo muitos pensam, é devido à grande quantidade de espelhos que encontramos nas academias de ginástica. Esses espelhos satisfazem a necessidade vaidosa de muitas pessoas de se olhar enquanto realizam exercício, conseguindo, em muitos casos, diminuir a nossa consciência corporal. Estou arqueando as costas? Você chegou a hiperextender os joelhos? Esta t-shirt me faz parecer maior, ou magro? Em muitas ocasiões são utilizados para justificar que a técnica dos exercícios é feita corretamente, e isso pode vir a ser útil quando você está aprendendo a fazer um exercício, mas a realidade é que, uma vez aprendida a técnica, não deveriam ser necessários, chegando, mesmo, a ser prejudiciais.

Charlie Weingroff, em artigo que comentei antes, explica como colocar o pescoço em extensão, tal como se vê na primeira imagem, desestabiliza a zonacervical e, por extensão, o resto da coluna. Posicionando o pescoço, sugerimos a coluna é mais estável, possibilitando um core mais forte e um quadril mais móvel, o que aumenta o desempenho e reduz o risco de lesão, principalmente na área cervical, costas e a lombar. Assim é como se deve fazer:

[flash http://www.youtube.com/watch?v=oIVBfQ4PMbo]

Para explicar da forma mais fácil como posicionar o pescoço, a idéia seria imaginar que temos uma corda amarrada ao queixo por um lado, e por outro, para a barra, e nós gostaríamos de puxar a barra com essa corda. Outra idéia interessante para explicar como fazê-lo seria tentar tirar papada, ou como dizem os americanos, uma dupla queixo, deslizando a cabeça há trás e o queixo para baixo, tendo em conta que não se trata de flexionar o pescoço para aproximar o queixo do peito, pois isso provocaria o movimento contrário ao que aconselho e seria tão prejudicial, se não mais.

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Aprenda a conviver com um ‘smartphone’

O smartphone tem facilitado a vida em muitos sentidos, mas difícil em outros. Aprenda a conviver com este útil tão necessário.

smartphone-stress você É daqueles que come habitualmente fora de casa? Se é assim, se terá dado conta do nível de atordoamento das pessoas tem vindo a aumentar. Refiro-Me à atitude mantida por alguns membros dos grupos que estão em restaurantes, onde, em um dado momento, há um ocupante da mesa, desliga-se do grupo e passa a concentrar toda a sua atenção no seu smartphone, seus aplicativos e dados. Utilizamos os recursos tecnológicos como forma de matar o tempo.
Os smartphones tornaram-se uma ferramenta poderosa e indispensável para nós. Dispomos de aplicativos para coletar e acessar a nossa informação, de acesso ao nosso e-mail, a outras ferramentas que nos permitem seguir a filosofia de fazer ‘Qualquer coisa em qualquer lugar”. No entanto, existe um verso tenebroso que nos empurra para utilizar o dispositivo como plataforma de embobamiento. Não me cansare de repetir que isto da produtividade pessoal, o hábito se faz o monge, não é a ferramenta, se não como a utilizamos.
1. Sabe que valor têm os seus relacionamentos. O que pesa mais para ti, conversar com os seus colegas ou desconectar por alguns minutos? Sei que é uma pergunta armadilha, que também precisa de um break da empresa e isso se dá seu dispositivo. Mas você Está disposto a sair sem seu smartphone? Para sair com seus amigos deixando o celular em casa, ou desliga durante os fins-de-semana…
2. Date de uma pausa, de forma analógica. Tome um descanso em forma de xícara de café, mesmo que seja desse infecto servido pela máquina de seu escritório. Deixa o computador ou no seu trabalho 5 minutos e permita-se um descanso de verdade. Desligue afastando o olhar da tela e despéjate.
3. Socializa o essencial. Recomendo-Te que só tivesse apps relacionadas com a sua actividade profissional, ou que possa usar para algo funcional fora do âmbito do entretenimento. Mas como sei que isso é algo mais do que complicado, aconselho que você limite o uso das redes sociais no dispositivo. Uma opção seria manter aquela que você utilize mais e desinstalar o resto. Eu fiz o mesmo com o Facebook e o Google + e agora eu estou moderando o uso do Twitter.
4. Apps, para que você condicionen. Existem aplicações que usando o seu relógio interno e a geolocalização podem mudar a configuração de seu smartphone de forma automática. Você pode desconectar a conexão de dados de seu celular, ao entrar em determinados lugares, ou remover o volume para evitar a incitação que representam as notificações e desmotivarte obligándote a pensar duas vezes se vale a pena abrir o acesso para consulta supérfluas em momentos inadequados.
5. O serviço de mensagens instantâneas é o anticristo. Assim como o ouvir, o que antes dizíamos em um sms agora se prolonga em uma tomada e daca sem fim com o whatsapp ou Linha. Ao não existir a restrição do preço e isso nos leva a utilizá-lo de forma indiscriminada e sem pensar antes de usar. O que era um processo de síntese para expressar algo concreto se torna disperso e se estende de forma desproporcional.
6. Realmente você precisa de uma conexão de dados. Essa é a grande questão. Não se sairia melhor sem tarifa de dados, apenas com o que oferece um telefone convencional, puxando wifi para sincronizar seus dados e conexões pontuais… Pode ser algo realmente funcional para ti? eu o estou pondo em sério, me dar três meses de tempo para testar como seria voltar a ‘viver’ sem estar permanentemente online. A dúvida é como adaptar-se depois de ter testado esta forma de ‘conviver’ com o dispositivo
A tecnologia pode disgregar nossa forma de agir, é uma simples questão de perceber o que não funciona e tentar dar passos para corrigi-los. O problema é quando, ao não perceber isso muda a nossa forma de ser, renunciando a coisas até o momento importantes para nós, como a forma de nos relacionarmos com os outros.

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Aprenda a controlar sua recuperação

Já sabemos a importância que tem o descanso e até que ponto é chave para garantir a total recuperação antes de voltar a treinar umas mesmas…

Já sabemos a importância que tem o descanso e até que ponto é chave para garantir a total recuperação antes de voltar a treinar umas mesmas fibras. Muitos me preguntades como podemos saber que esta recuperação foi produzido, para garantir que a distribuição semanal dos treinos é a correta e que estamos dando-lhe tempo e recursos suficientes para o organismo para recuperar-se e, desta forma, obter a adaptação ao treinamento que tanto desejamos.

Em primeiro lugar, é fundamental ter em conta que, quando treinamos, estresamos tanto o sistema muscular e o sistema nervoso central. Isto é o que costumamos chamar de fadiga neuromuscular. O problema de se generalizar este termo é que corremos o risco de entendê-lo como um todo, quando ambos os sistemas têm a capacidade de recuperação diferentes.

Removendo sistemas de treinamentos específicos de força ou hipertrofia, podemos dizer que o sistema nervoso central, que leva entre 5 e 6 vezes mais tempo para se recuperar do que os próprios tecidos danificados com o treinamento. Em outras palavras, mesmo se as suas células musculares se recuperaram completamente, é possível que o seu sistema nervoso ainda está em processo. Então, como podemos controlar e monitorar esse processo?

Eu gosto de usar um dinamômetro manual. Para aqueles que vos haveis submetido a um exame médico geral certeza que já sabem. Trata-Se desse pequeno artefato que você tem que apertar com a mão como se você quisesse fazê-lo, sistematicamente. Serve para monitorar o sistema nervoso e quantificar de alguma forma o nosso potencial.

É melhor fazer o teste nada mais se levantar, para garantir que não há fadiga acumulada, e, por exemplo, uma semana depois do último treinamento. Ponha-se em posição ereta, pés juntos, ambos os braços paralelos e colados às pernas. Aperta com uma mão primeiro, e a outra depois. Aponta os resultados. Quando quiser saber se seu sistema nervoso está recuperado do último treinamento volte a fazer o teste, nas mesmas condições e, se possível, à mesma hora e também recém-levantado. Se os resultados são inferiores mais de 2 Kg por mão, e o fez bem, isso significa que não se tenha recuperado completamente. Você pode treinar, mas deverá abaixar o volume total de treino para se certificar de que não aumenta a fadiga acumulada correndo o risco de sobreentrenar.

Outro teste que também é interessante em atletas é o salto vertical. O protocolo seria o mesmo, mas, neste caso, um salto de 2 cm, inferior ou mais. No entanto, este teste não é recomendado para aqueles não habituados a este tipo de movimentos explosivos. Pouca gente é capaz de encadear vários saltos verticais iguais, por que o resultado de um salto isolado não seria confiável.

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