As chaves para escolher o melhor treinador pessoal

Chaves para escolher o seu treinador pessoal:

treinador pessoalTalvez você está aproveitando o verão para contratar um treinador pessoal. É uma boa iniciativa, tanto se o que você pensou para agora ou para mais tarde. Infelizmente, esta profissão é regulamentada no Brasil, e, por conseguinte, existe um grande intromissão profissional. Ou seja, quase qualquer pessoa pode exercer. Mas, o que deve ter um bom profissional? Eu recomendo que você leia os seguintes 10 pontos:

1) Um bom treinador pessoal que não sabe de tudo.

O corpo humano abrange muito conhecimento, portanto, não se pode saber de tudo. Portanto, um bom profissional não pode prescribirte a dieta, olhando um joelho se dói, recomendar um fármaco para encontrar-te melhor e preescribirte o exercício físico ao mesmo tempo. Um bom profissional trabalha de forma holística (integral), no grupo multidisciplinar. Um bom profissional deriva e tem conhecimento suficiente para fazê-lo. Portanto, um bom personal trainer, se você sentir-se mal, se encaminhada ao médico, se você tiver uma lesão, se encaminhada ao fisioterapeuta ou traumatólogo, se você não sabe como alimentarte te encaminhada ao nutricionista-nutricionista, se você está passando uma downswing pessoal te encaminhada ao psicólogo, etc, etc, etc.

2) Um bom treinador pessoal está formado

Em uma ampla base teórica e prática às ciências da atividade física e do esporte, com sua titulação adequada. Um bom personal trainer tem experiência profissional na consecução do objetivo que persegues.

3) Um bom treinador pessoal no campo da saúde orienta para o seu objetivo

Isso sim, sem esquecer os objetivos universais para qualquer pessoa:

– Reduzir a freqüência cardíaca de repouso, aumentando a frequência cardíaca de reserva (diferença entre a freqüência cardíaca máxima e de repouso). Durante o treinamento vai melhorar este aspecto, mas será um cardiologista ou médico desportivo que avaliará sua melhoria neste aspecto através de um eletrocardiograma e prova de esforço.

– Em muitos casos, reduzir os níveis de colesterol LDL (o de baixa densidade, o mal, para que nos entendamos), mediante o exercício físico. Quem irá avaliar a melhora será um médico avaliando os diferentes parâmetros derivados de se fazer uma análise de sangue geral.

– Baixe o percentual de gordura e aumentar o % de massa muscular. Quem costuma avaliar a melhoria deste aspecto é um/a nutricionista usando as técnicas antropométricas adequadas. Além disso, toma decisões, os hábitos de alimentação no caso concreto. Um personal trainer pode ver se o seu percentual de gordura caiu ou não, mas então, quais ações tomará a respeito, mas tem as competências adequadas?

– Melhorar as 4 qualidades físicas básicas (Força, Flexibilidade, Resistência e Velocidade), com os testes adequados. Aqui se mede o avanço do personal trainer.

No final, como se vê, muitos objetivos, não todos, podem ser tangíveis (mensuráveis). E um bom personal trainer trabalhando em grupo multidisicplinar o fará, para que sejas consciente de que a sua iniciativa para melhorar a sua saúde dá resultados, manter motivado e continue com esses hábitos por toda a vida.

4)O personal trainer de qualidade irá dizer-lhe se o seu objetivo é realista ou não

E, se o é, com a sua ajuda (se você não quiser mudar realmente é impossível), você vai conseguir.

5) Um bom profissional, deve ser motivador e incentivarte em sua melhora nos treinos e fora deles.

Um treinador pessoal deve se preocupar em ter um bom negócio com você, mas não tem porque ser o cara mais bonito e simpático do mundo que cede a tudo o que você diz. Ao final, um bom personal trainer é um profissional de saúde, que se preocupa e apaixonado pela melhoria da qualidade física das pessoas. Talvez um menino/a bonito/simpático/a pode ser muito motivante para você, mas lembre-se que sua saúde está em suas mãos. Com isso não quero dizer que não tenha formadores bonitos simpáticos/as e que, além disso, tenham as competências adequadas, claro que sim, como em todas as profissões, mas não se deixe levar só por isso. Pergunte sobre sua formação e experiência. Sua saúde está em suas mãos, repito e insisto.

6) Um bom profissional pregação com o exemplo

Não só treinando, que também, se você não se alimentar adequadamente, descansando como deveria, etc. Está relacionada, ainda em formação, reciclagem (move sua mente), desligue e há outras coisas para além de exercício (não é obcecado pela estética, sim, é um apaixonado da saúde através do exercício físico e do desporto), treina, não fuma ou tem outros hábitos nocivos para a sua saúde.

7) Um bom personal trainer planeje e programe seu treino

Durante todo o processo que irá morar com ele e te aconselhar sobre como continuar depois, seja sozinho ou acompanhado de outra pessoa. Um bom treinador não se guarda nada nos bastidores para alongar o processo de treinamento que precisa e vá pagando por toda a vida. Um personal trainer dá-lhe tudo o que sabe e, no momento em que não se puder fazer mais, te dizer e se derivará um colega ou te dizer que já sabe como fazê-lo. Outra coisa é que a pessoa possa seguir economicamente com você e ainda gosta de fazê-lo pelas razões que sejam. Lembro-me de uma planificação rígida não é um bom planejamento, mas sem planejamento você está perdido. Sempre deve haver uma guia, embora, ao final, o que pode acabar fazendo com que seja diferente do que havia planejado inicialmente.

8) Um profissional do treino não se vende pastilhas de qualquer tipo.

Os comprimidos são comprados em farmácias sob prescrição médica, não um treinador pessoal.

9) Um bom profissional que mantém uma estrita confidencialidade sobre tudo o comentado na sessão.

Ao final, é um profissional de saúde, e é ilegal transmitir qualquer tipo de informação sobre você. Além disso, se contratar um personal trainer em uma academia, os dados recolhidos devem ser guardados em um armário trancado. E se é por via digital, você terá uma senha especial para ti, à vista dos profissionais envolvidos e ninguém mais.

10) Um bom profissional do personal cumpre com todos os pontos que valoriza qualquer cliente em qualquer tipo de serviço

Higiene, a bondade, a escuta activa, a paixão por seu trabalho, pontualidade, etc.

As chaves para dar um rumo à sua vida

Como criar novos hábitos é a chave para a mudança. Através de simples práticas conseguiremos aliviar o processo de implantação. Te explico como

O vontade de fazer coisas novas? Gostaria De mudar de hábitos? Normal, a volta das férias é sempre uma das épocas álgidas do ano para dar um rumo à nossa vida. Deixa que te fale um pouco de seus hábitos e de como mudá-los.

Toda mudança é um desafio, uma competição contra si mesmo. Não há nada mais forte do que quebrar a cadeia que nos empurra a fazer as coisas como temos feito sempre.

Não é algo menor. Mudar a sua forma de funcionar requer perseverança. Aplicar um processo simples, mas constante. Este post é dedicado a todos aqueles que querem desfrutar de uma vida mais saudável partindo do zero:

Começar a fazer corrida ou ir ao ginásio (não só inscrever-se), ter uma dieta mais saudável, dormir mais horas…

Eu compilado um conjunto de dicas para que o processo seja mais fácil e mais compreensível:

Um hábito não é uma meta, é um caminho. Não se trata de obter um resultado ou cruzar uma linha de chegada. Se marcas de um percurso a percorrer e que se adaptar às circunstâncias que vão surgindo.

1. Apenas um hábito de cada vez

Nada de grandes mudanças. Se você quiser começar a fazer desporto, a ler regularmente, a melhorar a sua dieta, parar de fumar… e tenta-se tudo se acabar pulando os fusíveis.

Muda um hábito de cada vez. Ao alterar algo a que estamos habituados gera resistência, se abrimos várias frentes, ela se multiplica. Centrar a atenção e a energia em um único aspecto a melhorar é muito mais eficaz.

2. Os hábitos começam em pequeno

O importante é a repetição da ação para converter-se em hábito. Começa por sair a correr sem uma meta pré-estabelecida. Você pode correr 5 ou 10 minutos. Pode parecer ridículo, mas persistindo e repetindo essa pequena ação um dia após o outro o tornará algo natural, parte de sua rotina diária. Com o tempo você pode ir aumentando a distância percorrida.

3. Cria disparadores

Do mesmo modo que depois de se levantar lavas os dentes ou após o café da manhã, deguste um café, vinculada a essa nova atividade a um evento já existente de sua rotina. Criar este tipo de links entre dois eventos ajuda a automatizarlos.

Se quiser sair a correr, faça-o recém-chegado a casa. Ao entrar passe de roupa e sai sem pensar.

Se quiser ir ao ginásio fazê-lo ao sair do trabalho. Do escritório para o gym, como se de algo contínuo se tratasse.

Não há lugar para a indecisão, não se crie a dúvida ou a distração.

4. Coloca-fácil

Se você decidiu sair para correr logo quando chegar a casa, deixe-a preparada a roupa de desporto, antes de ir para o escritório, e mais ainda, deixa os sapatos na entrada de sua casa para que seja a primeira coisa que você vê ao entrar.

Servirá de recordação, vai motivá-lo e lhe permite eliminar pretextos ou lonas do tipo “eu Não tenho roupas lista” ou “Vai um momento à cozinha para comer qualquer coisa” que se desenfocan seu propósito deslocando-se para a área de “Já irei amanhã”

5. Partilhe a sua actividade

Acompanhado as coisas sempre são mais fáceis. Partilha a tua nova atividade ou um hábito. Sair para correr com alguém ou ir juntos ao ginásio representa uma motivação extra.

Compartilhe o hábito, mas também o compromisso. Comprometeros a dar apoio, quando surgem as dúvidas ou se diluir o entusiasmo dos primeiros dias. Comprometeros a chamar o outro, quando a preguiça coloque em risco uma de vossas sessões e encorajá-lo em caso de recebimento da chamada.

6. Gerenciar as expectativas

Quando começamos algo novo todos nós montamos um filme em nossa mente. Nela visualizamos as expectativas, definindo uma história que não tem porque ir como nós temos imaginado.

Quando nos colocamos em marcha aparecem imprevistos ou coisas que não acontecem como tínhamos pensado, gerando decepção e até mesmo frustração.

Se não entendemos que essa “filme” é ficção e tornamos as expectativas em realidade minamos o caminho a percorrer.

7. Controle o seu diálogo interno

Essa vozinha que você tem dentro de sua cabeça e que quando estas cansado eu te sussurra que o esforço não vale a pena, que fazes sair a correr ou no ginásio, se você pudesse estar em casa a ver tv…

Isso é a mente de macaco. Quando aparece a falta de conforto tenta boicotearte. Como pará-lo dos pés? Sendo consciente do que realmente é: Uma espécie de menino mal criado que só busca conforto e que coloca em dúvida tudo o que não lhe apetece.

Cada vez que aparece o discurso negativo, você É capaz de distanciarte um pouco e voltar a se concentrar no que está fazendo naquele momento ou em sua respiração até acalmar?

Com demasiada frequência, a implantação de novos hábitos acaba em abandono. Os pontos expostos no post são os detalhes, os pequenos passos a ter em conta que, somados representam um apoio importante a seu favor.

Tudo isso tem como objetivo implantar um novo hábito. No meu próximo post você comentaré que fazer para combater os maus hábitos

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Desenvolvo a minha actividade profissional no mundo das TIC e a criação de software. Mas meu ponto forte real tudo o que envolve a organização, a produtividade pessoal e o uso racional da tecnologia como via para a melhoria dos profissionais e das organizações.Segui-lo no: Blog |Twitter |Google +

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As chaves do Complex Training

Se há algo claro na Complex Training é que aqueles com mais experiência e desenvolvimento da força, se beneficiam em maior medida do que…

Drew Breeze Medicine Ball Workout_0Se há algo claro na Complex Training é que aqueles com mais experiência e desenvolvimento da força, se beneficiam em maior medida, os efeitos do PAP (Postactivation potentition) e que representa a chave do benefício associado a este sistema de treinamento. Os atletas recém-iniciados ou com pouca experiência em trabalho de força não devem testar estes sistemas por várias razões: Em primeiro lugar porque o primeiro exercício deve-se trabalhar com uma intensidade (>85%de 1 rm) que alguém sem experiência suficiente não deve lidar, e em segundo lugar porque não foram observadas melhorias em atletas não treinados ou sem um bom pré-desenvolvimento da força por que perderia o sentido.

Antes de testar Complex Training deverá levar um tempo trabalhando em intensidades superiores a 80%, com a mesma segurança, técnica, controle e que a série de aquecimento. Se notas que não controla como o movimento 5RM que a 15 Reps não está preparado. Também não está se estas 3-5RM não são feitas exatamente a mesma que se pusieras um peso muito menor.

Se seguirmos as indicações da NSCA, as recomendações para este tipo de trabalho seriam semelhantes às que se exigem para o trabalho pliométrico: O atleta deve ser capaz de fazer agachamento com total controle e técnica precisa, com 50% a mais do que seu peso corporal. É dizer, que se você pesar 70Kg deve ser capaz de mover-se com estilo rigoroso, 105Kg no agachamento. Também devem ser capazes de fazer o mesmo com o supino, exceto aqueles atletas mais corpulentos com peso corporal superior a 100Kg onde se lhes permite alcançar o seu próprio peso corporal. Pessoalmente, não entendo esta medida porque com meus 75Kg de peso, se me exige mover mais peso do que, se você pesa 100Kg quando claramente no trabalho pliométrico aquele com um peso de 100Kg, deve dispor de uma maior estabilidade em todas as articulações pelo efeito multiplicador que o peso corporal provocaria sobre as forças para suportar, escurecer, e combater. Mas bom, como dizem os torcedores de um time de futebol mítico deste país, são as coisas da NSCA. Outro requisito a ter em conta, em matéria de velocidade, é que o atleta ou desportista deve ser capaz de fazer 5 agachamento até a horizontal, com 60% de seu peso corporal em 5 segundos, ou seja, uma agachamento por segundo e o mesmo com o supino.

Este tipo de treino, quando o atleta cumpra com os requisitos acima referidos, pode ser inserido no planejamento anual ou periodicamente, para manter os níveis de força e potência que a maioria dos esportes exigem. Também existem ocasiões onde são necessários vários ciclos de Complex Training para ver um resultado claro. Isso acontece, especialmente quando o sistema é novo para o atleta e precisa acostumar-se para dar o máximo.

Em relação à freqüência de treino, é importante que este sistema se desenvolva em situação de completa recuperação, sem fadiga acumulada pelos treinos anteriores, devido a que buscaremos sempre desenvolver a força máxima e a potência possível e, para isso, precisamos que o sistema nervoso esteja fresco e o mais qualificado possível. Podemos estabelecer uma margem de segurança de cerca de 48h em função da capacidade de recuperação do atleta e do volume do último treino. Também não seria aconselhável separá-lo mais de 96h para evitar perder as adaptações (melhorias) obtidos com o treinamento.

Se não cumprir os requisitos, não sejas impaciente e continua treinando. Acha que, se você correr muito, você acaba causa lesões nunca chegará a obter os resultados desejados. A perícia necessária para trabalhar com sistemas complexos não se consegue em um ano de treinamento, embora possa parecer que vive no gym e você tenha obtido, em seu entender, bons resultados.

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as verdadeiras bicicletas todo-o-terreno

As fat bikes estão de moda. Bicicletas com rodas bem gordas para pedalar pela areia ou neve.

“Mas, como é possível andar de bicicleta sobre a areia?”.Esta pergunta me fizeram muitas vezes. “E sobre a neve?”. Ambas as respostas têm muito em comum, mas exigem nuances: o resultado vai depender da quantidade e o estado da neve –ou da areia–, mas também, e muito, a bicicleta, a bola dos pneus, a pressão de insuflação e de se há ou não bagagem.

Rolando por uma pista de esqui de fundo, com a Surly Moonlander.

Minha primeira vez

O fim-de-semana passado, com motivo do Surly Fat Day, tive a oportunidade de experimentar pela primeira vez uma genuína fat bike sobre o elemento natural para o que foram criadas estas bicicletas, e a estreia não poderia ser mais satisfatório.

No sábado, viajou para a estação de Guils Fontanera, em Cerdanya, com o objetivo de traçar e marcar um circuito para que, no dia seguinte, todos os participantes do evento disfrutasen de diferentes fat bikes em todos os tipos de terrenos e nevis.

O circuito tinha 3’5 km e o certo é que, apesar do frio e do vento, passaram, em grande escala. Pudemos testar três bicicletas distintas: a Surly Moonlander, a Surly Pugsley e a Surly Ice Cream Truck. Em neve compacta, a sensação era sublime. Você vai de bicicleta por uma paisagem e população era realmente diferente do habitual! Em contrapartida, na neve virgem e profunda, como era de prever, o invento não estava lá tão bem e tocava descer e empurrar alguns metros. Em áreas de neves intermediárias, a verdade é que notamos uma sutil diferença entre as rodas da Ice Cream Truck, de 4’8 polegadas, e as da Pugsley, de 3’8 polegadas.

conunparderuedas_fatbikes_surlyfatday_2Grande ambiente durante todo o Surly Fat Day.

Objetivo Lapónia

O fenômeno das ” fat bikes –agora tão na moda– não é em absoluto algo novo. Para David Casalprim, mecânico e co-responsável de loja EspaiBici de Barcelona, gosta de desafios –ele também participou como piloto tandem adaptado na Titan Desert–, e há cinco anos que tenta seducirme com as principais fotos de suas férias de inverno para pedalar pela Região. Neste período de tempo, tenho sido testemunha da evolução de suas incursões por esse terreno aparentemente tão hostil para as bicicletas. E tenho de reconhecer que até o Surly Fat Day de há uma semana, o via como uma verdadeira excentricidade que só alguém como Davi se lhe podia acontecer. Mas olha por onde, pode ser que este ano sim, eu embarque nessa aventura: 270 km de travessia do norte da Finlândia, divididos em 6 etapas, dormindo em cabanas florestais e com uma moto de neve como veículo de apoio para o transporte de bagagens. Se alguém se anima, aqui está toda a informação: Viagem à Lapónia na bicicleta com David Casalprim

Eu já comecei a sonhar, a grande…

Uma das fotos que Davi Casalprim traz de suas viagens de inverno por Lapónia com tal de seducirnos...FacebookSergio Fernández TolosaEscrito por Sergio Fernández Tolosa

Jornalista, aventureiro, escritor & “bunda de mau lugar”. Barcelona, estabeleceu-se no bairro de Gràcia, mas nômade por natureza. 42 anos. Gosta de ler, correr, pedalar em todos os lugares, subir montanhas, olhar mapas, realizar as viagens que sonha… A aventura que mudou sua vida? Atravessar de bicicleta, e na paciência os sete desertos maiores e mais emblemáticos do mundo: Austrália, Atacama, Mojave, Namibe, Kalahari, Gobi e do Sahara. Pedaleó 30.000 km durante quatro anos e aprendeu que os desertos são mais do que lugares vazios e planícies inertes. Todas as suas peripécias aparecem no livro 7 desertos com um par de rodas, com mais de 200 fotografias que ele mesmo fez durante as sete expedições. Este blog que começou quando ele se preparava para participar da Titan Desert compartilhando tandem com o castelhano. Superado o desafio, surgiu um outro, e depois outro, e mais outro… e aqui ela nos conta. Seu web site pessoal é www.conunparderuedas.com