Dicas para planejar o seu tempo nas férias

O seu lazer e o descanso é tão importante que o seu trabalho. Acha que vai fazer com ele, dê um giro para suas férias para tirar o máximo partido.

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Se dedicarmos tempo a definir o nosso trabalho, porque não fazer o mesmo, pensando no nosso lazer?

Prepare o seu tempo de lazer. Pensa de antemão o que vai fazer e preocupe-te de ter tudo o necessário para dedicar-se a desfrutar sem ver interrompida a diversão por incidentais de qualquer tipo. Separa-se menos atraente, o relacionado com a prefeitura e planejamento, o que realmente importa.

Parar para refletir o que você quer fazer com seu tempo livre não é tão trivial quanto parece, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro, um dinheiro que usamos para comprar tempo e tranquilidade. Você entende por onde eu vou?

Ao decidir o que você vai dedicar o seu lazer, na verdade você está pensando em investir esse tempo e esse dinheiro acumulado através de seu esforço. Estas investindo seus recursos para obter satisfação pessoal. É uma forma de maximizar o retorno do seu investimento. Você não acha que, agora que se trata de algo que requer a sua atenção?

Preparar o seu tempo de lazer permite-lhe ganhar esse tempo de qualidade. Separar a preparação da ação facilita focar na atividade de lazer, ou na experiência que escolheu, permitindo-lhe desfrutar ao fundo. Abstrair-se e desligar para recarregar.

As férias são o exemplo perfeito, uma oportunidade de mudar de ares para fazer algo diferente. Certeza que será dedicado alguns dias – se não o fez – a, andar ou deitar-se em uma praia com o único propósito de mudar as obrigações por descanso e atividades de sua escolha, com pessoas com quem você gosta de estar.

Usemos as férias como um exemplo de como essa preparação prévia te ajuda a evitar problemas e tirar o máximo partido do seu descanso.

Preparar suas férias

As férias estão sujeitos a um certo nível de estresse, especialmente quando você compartilha com outras pessoas. Se as prepara adequadamente suma, os pontos de atrito e conflito à sua mínima expressão. Por não falar de lhe dar um giro a esses dias de descanso para evitar que se pareçam com os de anos anteriores. A lista a seguir dá-lhe umas recomendações para preparar o necessário, sem cair no excesso:

  1. Tirar ideias. O que é mais importante para você nestes dias de descanso? Desligar-se, viver a festa, estar com o seu parceiro, compartilhar tempo e atividades com seus filhos. (…) Começa por definir o objectivo destas férias. Isso condicionará o resto da preparação e as decisões que tiver que tomar. Leia um pouco mais sobre isso no meu post sobre o planejamento natural.
  2. Listas de controle. Esquecimentos ao fazer a mala, ao fechar a sua casa, ao sair de viagem, atividades a realizar no destino… é possível Criar uma lista para tocar em dos momentos-chave permite não esquecer de nada e afastar aqueles momentos amargos em seus dias de descanso.
  3. Compartilhar decisões e responsabilidades. Se viajar em grupo aproveita a preparação para conviver com seus colegas, sobre decisões e repartir a carga da preparação. Outra forma de compartilhar momentos e evitar receios futuros.
  4. Uma lista, e não um planning. Falo mais em profundidade de fazer isso no final do post. Dedica-te a viver, mas não para seguir um plano que irá acabar sufocando. Se você tem a possibilidade de improvisar ou fazer algo inesperado, faça-o, mas dentro de uma ordem
  5. Esse algo diferente. Todos os anos acabamos puxados na mesma praia… Você toca essa história? Talvez seja o que você quer, mas porque não aliñarlo com algo diferente? Uma viagem com sua família até alguma localidade próxima, procurar atividades no mar… fazer algo diferente, experimentar, é uma boa forma de criar memórias e histórias para contar.
  6. Momentos especiais. Se concentre nas pessoas, não nas coisas, nem em procurar o momento. Realizar atividades com eles, para compartilhar e ficar atualizado sobre suas vidas (preocupações, planos…)
  7. Momentos não tão especiais. Falamos de tempo de qualidade, mas em umas férias também existem aqueles momentos de baixo valor acrescentado… Comprar memórias com a família, formalidades no local de destino, intendência… Concéntralo tudo em momentos específicos, para não ter que dedicar-se de forma intermitente.
  8. Não fazer nada. Dedica-te a não fazer nada. Estar deitado em uma rede ou sentado em um parque, vendo o tempo passar. Estamos tão acostumados a nos embriagar de atividade, que temos sempre que ter algo entre as mãos e perdemos a capacidade de não fazer… Estes dias são um bom tempo para recuperá-la.

Sobreplanificar seu lazer, uma má ideia

Não se pode planejar tudo o que vamos fazer. Odeio os plannings, essas grades que cuadriculan o tempo de que dispõe colorindo cada uma das células de acordo com a actividade a realizar. Há dois motivos que me levaram a me afastar por completo a este recurso:

  • Não é eficaz. No fundo, não se trata de um método de organização, mas de distribuição do tempo. É demasiado rígido para encaixar imprevistos, por causas externas, ou por uma mudança de planos decididos por si mesmo.
  • Não deixa espaço para a improvisação. É Me sufocando. Distribuir o tempo disponível, mesmo que sejam vãos. Parece um plano de ação militar, onde tudo é executado e você não tem capacidade de manobra.

Quando afronto umas férias recolho informações sobre tudo o que eu quero fazer ou visitar. Confecciono uma lista com esses lugares, ou atividades a que dedicar a minha atenção. Talvez vá um pouco mais além, atribuindo uma data a cada um deles por uma questão de logística (agrupando-os por localização para facilitar deslocações), mas nada mais.

Você precisa de tempo de descompressão para improvisar ou simplesmente para não fazer nada, até mesmo em suas férias. Não programe cada minuto de seu dia. Crie uma lista de atividades, pela qual navegar.

No meu próximo post falarei de como aplicar o planejamento de seu lazer para as atividades que você realiza durante o ano de trabalho.

O que lhe umas boas férias ou um final de verão espetacular!

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Dicas para pais de crianças atletas

Se alguma vez você já voltaram para ver uma competição infantil, seja um jogo de futebol ou uma corrida de karts, você pode ter notado o comportamento…

dicas para pais de atletasSe alguma vez você já voltaram para ver uma competição infantil, seja um jogo de futebol ou uma corrida de karts, você pode ter notado o comportamento exagerado, abusivo e até mesmo avassalador que têm alguns pais para com os adversários, mas também para seus próprios filhos quando eles não se comportam como eles gostariam. Conheço o caso de um rapaz piloto de kart, com um futuro muito promissor, que teve de ser tratado por depressão, chegando a ter pânico para os carros, devido à pressão abusiva de seu pai e, com medo decepcionarle. Você terá esta criança é um complexo que lhe condicione o resto de sua vida? Ninguém sabe.

A partir de um ponto meramente atlético, deixando de lado os condicionantes psicológicos, confio cegamente na especialização tardia dos jovens. Entendo que o melhor caminho é criar atletas, não futebolistas, tenistas, ou pilotos que podem chegar a viciar o comportamento de uma criança. Chegada a idade em que a criança já pode ser considerado um atleta, tendo desenvolvido as ferramentas necessárias para a prática de qualquer esporte, devemos deixá-lo decidir.

A mais alta competição nos oferece exemplos claros a respeito. Entre os casos mais conhecidos temos a Michael Jordan, que era um grande jogador de baseball e golfe, Rafael Nadal tem um handicap de cerca de 7 jogando golfe, e Fernando Alonso é o melhor jogador de futebol do que pensamos, por não falar da quantidade de esportistas, líderes em seus respectivos esportes que são verdadeiros craques em outros esportes minoritários, mas que, devido ao seu grande desempenho profissional, passam despercebidos. Isso Significa que nasceram com a genética adequada para o desempenho atlético? Em parte sim, mas sem a prática não se adquire a perícia que muitos deles demonstram.

Também temos o caso de quantos filhos de grandes atletas, que sabem o que necessita uma criança para se desenvolver como atleta porque o viveram. Chegam à elite, o mesmo esporte que praticou seu pai ou em qualquer outro. Thiago Alcântara, filho do mítico Mazinho, mas há rumores de que seu irmão é ainda melhor. O irmão de Pedro Leão é Luis León Sánchez, um grande ciclista, para não falar dos Gasol, as irmãs Williams, ou gary payton ficaram machucados e Eli Manning, que com complexões e habilidades diferentes, têm liderado seus respectivos esportes subtraindo importância a uns suposta herança genética que possa justificar um excelente desempenho atlético. O acaso?, O Genes? Me parece que não, ou pelo menos não somente. O único ponto em comum em todos estes casos são as influências que receberam desde crianças, e aí entram os pais.

Se você é pai e quer ajudar seu filho a cumprir o seu sonho desportivo (não o seu), sugiro algumas dicas.

1.- Divertimento. As crianças querem divertir-se e não provar nada a ninguém e, no caso de ser assim, é por medo de decepcionar o pai. A principal causa de abandono dos esportes é por falta de diversão, algo que provoca o excesso de pressão.

2.- Aprender em breve valores como companheirismo, integridade e dedicação. Nesse aspecto me parece ótimo quando em competições de golfe, uma criança comete uma falta que ninguém viu e ele mesmo avisa ao árbitro. Eu posso garantir que me saltam as lágrimas cada vez que eu vi uma criança que prefere a honestidade para ganhar um campeonato. Sinto a certeza de que essa criança, jogando golfe a nível profissional, outro esporte, ou em qualquer atividade profissional que exerce em sua vida, a vida lhe espera de grandes coisas. Um exemplo claro seria Andrés Iniesta, quando diz que seu comportamento não tem nenhum mérito, já que apenas obedece o que lhe foi ensinado em casa.

3.- As crianças não são adultos. Muitas vezes acreditamos que, devido a uma precoce maturidade física, o que dá à criança o suficiente altura e desenvolvimento muscular, estamos falando com um adulto quando ainda é uma criança. Embora possa até fingir maturidade intelectual é perfeitamente possível que tudo seja um papel que desempenha porque é assim que o pai quer que se comporte. Devemos tê-lo em conta na hora de estabelecer os níveis de exigência que lhes passam, tanto a nível intelectual como atlético.

4.- Uma grande quantidade de instruções pode chegar a bloquear a criança. Muitos treinadores, na busca por treinar crianças como se fossem adultos, lhes dão uma quantidade enorme de informações e instruções que não são capazes de assimilar. Se lhes custa aprender a dividir como quiser aprender uma quantidade exagerada de jogadas? Tantas instruções, e a pressão para não cometer erros que possam fraudar pai e treinador, faz com que não se divertirem, o que nos leva ao primeiro ponto.

5.- O pai, como mentor. Embora os pais preferem não pressionar o filho para que ele faça o que quiser na relação com o esporte, não há que perder a cabeça. As crianças admiram os pais, querem ser como eles, e um bom feedback de vez em quando não faz mal. Nesse sentido, é determinante que cada input negativo que recebe a criança de parte de seus pais, receba outro positivo. Certeza que nem tudo o que faz a criança está mal e se realmente assim o vê então é melhor não dizer nada. Seu filho vai agradecer o dia de amanhã.

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Dicas para fazer esporte com frio

O primeiro fator que temos de considerar quando vamos fazer atividade física em um ambiente frio é a via de contato ou influência que…

O primeiro fator que temos de considerar quando vamos fazer atividade física em um ambiente frio é a via de contato ou influência que este ambiente pode ter no nosso organismo. Esta via é a respiratória, pois é a única que não podemos proteger facilmente do exterior, como fazemos, por exemplo, com a pele, o que vestimos contra as intempéries.

A entrada de ar no nosso organismo tem de ser adaptada na medida do possível ao meio do corpo. Para isso, dispomos de uma pele especial, chamada de mucosa, obstrução das fossas nasais, a boca e a faringe, que não têm a camada córnea da pele que envolve o nosso corpo e dispõe, ainda, de maior densidade de capilares e glândulas encarregadas de adequar o ar que penetra a nossa temperatura corporal e a umidade necessária. Desta forma, todas as pequenas vias aéreas que encher os nossos pulmões podem absorver oxigênio e liberar o dióxido de carbono do sangue para o exterior.

Quando fazemos atividade física, em geral, nós aceleramos nossa respiração, assim que as funções de termorregulação e humidade do ar se tornam mais difíceis, pois este permanece menos tempo na “ante-sala de nossos pulmões”.

Tudo isso faz com que as temperaturas baixas representem um fator de estresse importante para as nossas vias respiratórias, pois se, além disso, são inferiores a zero graus centígrados, a umidade “congela” o ar é muito seco.

É por isso que devemos procurar não fazer atividade física extenuante que nos faça manter um ritmo respiratório acima do fisiológico. Em muitos casos, é aconselhável diminuir a intensidade nestas datas se a respiração forçada é algo comum em nosso treinamento. E tudo isso é mais importante em casos de pessoas que sofrem algum tipo de doença respiratória de base.

Por outro lado, é frequente falar que a tentativa de nosso organismo para vencer o frio ambiental e manter a nossa temperatura corporal pode significar “algo a mais de consumo de energia”. Este “algo”, considerado o total de consumo metabólico de um esportista durante o treinamento, é quase insignificante e por isso não deixa de ser um tópico.

O problema da baixa umidade

Voltando à baixa umidade ambiental do cenário no inverno, devemos lembrar a importância que as expedições em alta montanha é dada à hidratação constante, o que lhes ocupa muitas horas do dia a necessidade de descongelar constantemente o gelo para poder beber. Há que ter sempre em conta a grande perda que sofre o nosso desempenho quando -quase sem ter consciência disso – o nosso organismo começa a sofrer uma incipiente desidratação durante qualquer esforço. Por isso, todo atleta tem de priorizar o aviso de que temos de ingerir bebidas isotónicas antes de ser conscientes de que precisamos, no caso de esportes ao ar livre, em condições climáticas frias.

Se a temperatura corporal é comprometida durante o nosso treinamento, não é de mais lembrar que as áreas do corpo que mais facilmente perdem temperatura -em detrimento de nossos 37 graus de média – são as mãos, os pés, as orelhas e a cabeça. Nunca se esqueça de proteger essas áreas com equipamento adequado. Lembre-se que não costumam ser peças que nos incomoden para a prática de atividade física, por isso não devemos poupar esforços para isso.

Treinar em plena natureza

Quanto a fazer essa atividade em paisagens naturais, é algo que sempre aconselhamos, principalmente pelo treinamento de nossa propriocepção corporal e articular, que, no entanto, atrofiamos quando corremos em fitas ou em terrenos tão regulares como a cidade, pois não geram nenhum esforço de adaptação articular nem para o nosso equilíbrio por ser uma superfície uniforme e previsível.

É verdade que o pré-aquecimento com alongamentos e atividades macios, controlados e analíticas, cumprem uma função quando saímos para praticar esporte em um ambiente frio, perante o que os nossos músculos tendem a contrair-se para apertar os vasos sanguíneos, o que lhes acompanham e rodeiam e, assim, reduzir a exposição do sangue ao frescor ambiental.

Um fator importante que enfatizamos a prática do esporte no inverno é o tão conhecido efeito antidepressivo que as endorfinas liberadas durante a atividade física foi escrita. Ainda são datas de poucas horas de sol e diminuição das relações sociais na rua, por isso não devemos privar nosso sistema endócrino desta terapia preventiva.

Por todos é conhecido o protocolo das três camadas de roupa na montanha e que é aplicável a qualquer esporte de inverno:

  • a primeira é a resistente, para tirar o suor de nossa pele
  • a segunda é a térmica, para manter o ar quente perto de nossa pele
  • a terceira é a impermeável, para evitar a entrada de água e de ar exterior para que possa arrastar consigo a camada quente de nossa segunda peça, e que, além disso, tem de ser respirável -como todas as outras – para remover o suor.

O esporte de inverno é, sem dúvida, algo de importante para a nossa saúde, mas devem seguir uma série de cuidados importantes pelas peculiaridades que os nossos sistemas de adaptação ao meio desenvolvem.

Dicas de um fundamentado intrínseco

Se quiser alcançar o sucesso, tenha em conta os conselhos que lhe dá Caio Martinez, a motivação é massacrado.

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Chega o momento em que um desejo desperta em seu interior, um motivo pelo qual você nespresso para realizar todas as ações que sejam necessárias a fim de alcançar aquilo que te tens proposto: você se sente motivado.

Esta motivação, te empurrará vigorosamente a iniciar-se no caminho, mas é o hábito que irá mantê-lo. Conseguirá integrar o hábito repetindo uma e outra vez a esses procedimentos que o ajudarão a alcançar o seu objetivo, sendo consciente de que e como está fazendo, e sempre tendo em mente esse fim por que você está se movendo.

Uma vez que tenha integrado o hábito, o seu dia-a-dia será mais fácil, já que esses esforços diários que leva a cabo para alcançar o seu sonho vai se transformarão em hábitos comuns e diárias, graças aos quais vai se sentir satisfação e prazer, não sofrimento. Diga adeus aos do famoso slogan “no pain, no gain” e memoriza um novo que te tornará mais eficaz e feliz “Não enjoy, no gain”.Lembre-se que o sucesso é a soma de pequenos esforços diários, e se você não encontra o sentido e a diversão a essas ações, se sente sofrimento e acha que é a única forma de ganhar, o mais provável é que se satures física e mentalmente, e o resultado é o abandono ou a não realização de seu sonho.

Isso sim, ainda integrando o hábito e sentindo-se motivado, é provável que viva momentos difíceis, nos quais as dúvidas te invadir, nesse momento você deve se lembrar desse dia em que despertou esse desejo, lembrar esse motivo é tão importante, por que você está colocando todo o seu empenho.

Acho que é até necessário cometer erros, se você aprender deles jamais fracasarás, se tornar mais forte. Todo vencedor foi, em algum momento, um perdedor que fez e tentou uma e outra vez.

Até pode ser que tenha que passar pela pior para depois conseguir o melhor. Podem surgir situações que estejam fora de seu controle, mas mesmo assim você deve prohibirte jogar a toalha, seu objetivo é o mais importante para ti, se não conseguires à primeira muda o plano, mas não o objetivo. Tenha paciência,cárgate de esperança e reitera.

Por último, o teu corpo, e ouve tudo o que sua mente diz, e quanto mais importante for o seu objetivo mais intensas serão suas mensagens mentais. Você deve ser capaz de selecionar e classificar todas as mensagens mentais, encaminhá-los para a auto-motivação e centrarlos muito estritamente na tarefa que está realizando, para tentar evitar as tensões e os medos. Isto precisamente falei no post ‘dialoga consigo mesmo para alcançar o sucesso’.

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