4 dicas para manter o peso em Natal sem estresse

Chega o Natal, a família, os presentes, e, como não, a comida. ¡Muita comida! Diante disso algumas pessoas estão esfregando as mãos, pensando no…

Foto tirada de um dos capítulos da série).

Chega o Natal, a família, os presentes, e, como não, a comida. ¡Muita comida! Diante disso algumas pessoas estão esfregando as mãos pensando em compulsão alimentar sem controle que se vão colar e procuram as calças com borracha tipo Joey em Ação de Graças. No outro extremo outros pode submergir pensando em como fazer para não ganhar peso durante as festas.

Nem um extremo, que passadas as festas tentará compensar as famosas dietas détox, nem o outro, que acaba por não apreciar as deliciosas refeições que levamos um ano esperando; são maneiras recomendadas de enfrentar estes dias. Por isso vou dar-vos apenas 4 dicas para desfrutar, sem stress, de refeições destas festas e manter o vosso peso original.

Coma o que você gosta

Mas…come isso e só isso! Muitas vezes o que fazemos é comer de tudo simplesmente porque está lá. Eu recomendo que você escolha, dentro da grande variedade que você vai encontrar, o que você mais gosta.

Os primeiros bocados são os melhores

Depois de ler o anterior, muitos vão estar pensado com uma sorisilla na cara “, Pois para mim eu gosto de tudo”. Para todos, mas sobretudo para vós, vai este conselho. Lembre-se que os primeiros bocados são os que mais se beneficiam. Depois de alguns bocados nossas papilas gustativas já não captam o sabor da mesma forma que as primeiras. Daí a expressão “Aproveitar até o último bocado” porque os primeiros bocados sempre são mais ricos do que os últimos do prato. Portanto, come, se quiser varia, mas come pequenas quantidades de alimentos que quiser consumir.

Aproveite o que você come

Este é um conselho que eu dou a todas as pessoas que passam por minha pergunta. Para perder peso ou para mantê-lo, aproveite o que você come. Muitas vezes você precisa comer mais porque nem se, porventura, esses primeiros bocados de que falávamos antes.

Já lhe aconteceu de estar em frente do televisor e comer um saco de batatas sem nem se quer perceber? A maior parte do tempo não estamos atentos ao que fazemos, não somos conscientes disso, e isso é bom porque se não seria louco. Mas, para temperar a comida, é necessário que você preste um pouco de atenção. bebe, bebe, fica atento a todos os sabores e as texturas do alimento. Se você prestar um pouco de atenção ao que você come, comerás mais lento, desfrutará mais e precisa de muito menos.

Ouça seu corpo

Escuta um pouco o que te pede o corpo. Não é a tua cabeça que saliva pensando nesse prato, mas o corpo que avisa que já está cheio. Fique atento aos seus sinais de saciedade e, se notas que você já comeu o suficiente para ou, perante a insistência de que se serve (Se, todos temos mãe/avó/tia que lhe parece que você está nos ossos!!!!) pegue pequenas porções. Você agradecerá mais tarde não estar todo o dia com essa desagradável sensação de cansaço.

Por outro lado, não se mata de fome tentado compensar. Pode ser que depois de uma refeição, mais abundante ou gordura do que o habitual, não quiser jantar ou tomar o pequeno-almoço como de costume, mas tente notar se o seu corpo está lhe pedindo um pouco de comida, embora seja mais leve. Se você chegar com muita fome até a próxima refeição arrasarás.

Espero que minhas dicas vos sirvam a todos para apreciar com calma a deliciosa comida que nos esperam estas festas.

Felizes festas e desfrutar do prazer de comer!

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3 métodos para fazer… quando você não tem vontade de fazer

Como enfrentar esses dias onde não acabou de arrancar? 3 vias para enfrentar situações difíceis, conseguindo FAZER sem demora as suas responsabilidades

produtividadeQuando eu fiz esta nova entrada sobre facilitadores pensei em publicá-lo após o verão, já que são perfeitos para pegar de novo o ritmo. Mas a verdade é que estes 3 métodos para fazer quando você não tem vontade de fazer são aplicáveis a qualquer momento: siven para se concentrar e conseguir progressos em seus assuntos, embora seu ambiente ou estado anímico jogue em seu contra. Escolha o métido que melhor se adequa à sua situação. Atreva-se com eles: realmente como o final de um desses dias terríveis vai para casa com a sensação de não sair de vácuo.

Método 1: Mantenha-se na zona

Para recuperar a velocidade de cruzeiro, o foco é a chave. No trabalho, quando há que centrar-se no dia-a-dia pensando nas ações a terminar e as datas de entrega mais do que em projetos e outros objectivos, a médio prazo, ter uma forma de definir o que é imediato para marcar uma seqüência de atividades a realizar, mantendo-centrados, sem o perigo de cair em distrações e interrupções é essencial.

Para isso, faz uma lista de todas as tarefas a realizar, revendo tudo o que você deixou pendente: o acumulado nas caixas de entrada de contas de e-mail, avisos de chamadas para devolver e outros requisitos… Uma vez terminada a lista, fechada traçando uma linha após a última anotação. A partir desse momento, faça as tarefas escritas, e anote as novas que surgem a partir da linha traçada.

Concentre-se em um bloco fechado de tarefas sem perder o foco por causa de interrupções e novos inputs. Com o novo criará uma lista em que trabalhar quando terminar o primeiro pacote de trabalhos. Um método simples para se manter focado. Para saber mais entre neste link.

Método 2: Encara as tarefas mais pesadas

Não há nada que fazer? Você não pode manter a atenção centrada na mesma tarefa mais de 10 minutos? Falta de foco, você está em outro lugar, provavelmente, a sua mente está de férias. Para estes casos o melhor é a técnica pomodoro. Faça o download de um dos temporizadores recomendados e segue a regra de trabalhar em faixas de tempo de 25 minutos, intercaladas com pausas de 5.

Seguir esta regra de forma rigorosa permite pôr mãos à obra condicionándote para não desistir às primeiras de mudança. Seguindo a pauta de trabalho, combinado com o descanso, tirar proveito para aqueles dias cansativos em que você só tem vontade de ir para casa.

Método 3: Trabalha em tarefas extensas

Tão fácil como dividir a tarefa em várias etapas mais digeríveis. Leia a tarefa e desglósala em tarefas mais pequenas, assim você poderá utilizá-las em diversos momentos da jornada, evitando o efeito de repulsão gerada ao pensar em realizá-la como uma única atividade. Você acaba intuindo a carga de trabalho e colocando escusas para fazê-la mais tarde. Não são necessárias grandes justificativas, apenas o tópico mantra de ‘Agora não tenho tempo para me dedicar por completo, deixarei para mais tarde ou para amanhã e vou centrar-me de pleno sobre isso’, uma e outra vez, até se dar conta de que passou uma semana, e isso continua na lista de pendentes, ou receber uma chamada de atenção de seu chefe ‘solicitando’ para acabar com isso, já! E, nesse momento, onde já não há qualquer desculpa para o que sonho, o que acabou fazendo rápido e mal.

Os momentos difíceis são, menos se sabe como incluir um logotipo da sua marcha, sem a carga de pensamentos negativos. Se você tem algum truque para forma a colocar esses dias difíceis, você pode compartilhá-lo conosco através de seu comentário.

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29 polegadas: anda ou não anda, roda grande

Há meses, mesmo que em anos (o tempo passa malditamente rápido), que podemos ler nas revistas do setor (Apenas para Bicicleta, Bike, etc.) as vantagens…

Há meses, mesmo que em anos (o tempo passa malditamente rápido), que podemos ler nas revistas do setor (Apenas para Bicicleta, Bike, etc.) as vantagens de mountain bike de 29 polegadas. E de um tempo a esta parte, não só nas revistas especializadas se trata deste tema, mas que também é um chavão constante presente em 99,99% das conversas entre ciclistas. Em uma excursão de um dia, as alusões ao tema das rodas de 29 polegadas podem surgir em cada lombada e em todas as variantes que suporta o gab motociclista: podem aparecer com o típico formato anedota ofegante e é amigo, com o formato filosófico ou pergunta do milhão, o formato de anúncio de intenções, o formato do debate institucional, o formato de moção, o formato negação automática e instintiva a tudo o que é novo, o formato advogado do diabo, o formato discurso o compromisso, o formato inveja, o formato poesia, o formato estudioso sobre o tema, o formato guru, o formato sentença, o formato “olha que lindo”, o formato analítico-pesquisador, o formato numérico, o formato visual, o formato confissão, o formato dúvida, o formato de “ou tudo ou nada”, o formato conselho de amigo, o formato repescagem…

Tem Se falado tanto delas que não sabe o que dizer que seja novo, senão o que sentiu ao entrar em uma delas e entrar no monte para desfrutar de uma breve mas intensa sessão de mountain bike depois de vários dias de dilúvio universal que deixou os caminhos e os caminhos encharcados de vida, novas torrenteras, com musgo rochas, raízes escorregadias…

Primeiro de tudo, tenho de escrever que o meu veredicto é muito provisório, pois apenas fiz 25 km, com 700 metros de desnível com ela e justo agora o meu estado de forma deixa muito a desejar, mas posso garantir que a bicicleta de 29 que eu tenho é uma bicicleta muito cana. Trata-Se de uma Trek, X-Caliber da coleção 2012 (já disponível nas lojas) de caixa rígida (o que se conhece como uma rígida) com um garfo de 100 mm de curso. Minhas primeiras impressões foram muito positivas, e, se eu comparar com outra bicicleta tem de ser com a minha antiga companheira de viagens, a Trek 6700, também rígida e de um orçamento semelhante (1.299 euros), mas com rodas de 26 polegadas, o tamanho padrão até há pouco tempo para as mountain bikes.

Nada mais sair de casa notei maior velocidade. Nos primeiros 4 km de percurso, eu tenho que ganhar quase 300 metros de desnível, e com a de 29″ notei mais velocidade, mais aceleração, mais resposta. Nesta subida nunca coloquei o prato e com a 29″ nem precisei, fui confortável na última coroa, aquecendo as pernas e o coração.

Ao chegar aos caminhos de subida senti o mesmo, a X-Caliber me pedia marcha, notava-se que acelerava sem querer. É óbvio que é uma bicicleta muito rodadora, ideal para viagens por estradas e pistas.

Então nós entramos na floresta e fomos em direção a outros terrenos para ver como ia a bicicleta em zonas mais peliagudas. Os troços de caminho técnica, muito úmidos, com muitas raízes entrelaçadas e pedras muito escorregadias, notei que a bicicleta é engolir esses obstáculos médios sem que se dê conta, mas a verdade é que senti menos uns pneus mais polivalentes (de série traz uns com os tacos muito pequenos e muito juntos, especiais para terrenos secos) para ir com conforto e confiança neste terreno tão escorregadio, e passei “ponta dos pés” por todos eles, graças a que os conheço muito bem –digamos que os conheço “da cabeça aos pés”, porque eu revolcado sem querer em cada um deles, pelo menos uma vez ao longo dos últimos dez anos.

Já um pouco lavados e um pouco, voltamos para cima por uma senda pedregosa da ascensão, não muito íngreme, que também conheço muito bem e que uso às vezes para fazer séries, e a X-Caliber voltou a mostrar que quer guerra. Não é que eu pedisse ir mais rápido por ter uma postura muito corrida, não, a postura está muito equilibrada –para mim há anos que eu não gosto de ir tão inclinado, só um pouco–, mas que a bicicleta é veloz.

Por último, a descida pela pista: mais velocidade, mais segurança. O “risaero” ou “batata ondulada” já não o nota. A bicicleta é embalado e não notas as pedras ou os pequenos buracos.

Em fim, estou feliz com a minha nova bicicleta de 29 polegadas. Acho que vai muito bem em minhas futuras viagens. Se o ano que vem repetimos o da Ponte Aérea, chegaremos ao circuito das 24doce de Moralzarzal na metade do tempo. Chegaremos literalmente, voando.

Sobre o que ontem me preguntabais alguns através do FB, evidentemente, eu para rotas de “trialeras selvagens” (eu gosto desta expressão, tomo emprestada) continuarei tentando manter a ponto meu Fuel EX, que é ideal para este tipo de viagens. Eu acho que uma bicicleta não tira a outra. Outra coisa é se me deixam experimentar a nova Rumblefish, uma espécie de Fuel EX, mas com rodas de 29 polegadas… O tempo e as estradas dirão…

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24doce 2011: nós estivemos lá

Dizem que a quinta foi, com a diferença, a edição mais dura de todas as realizadas. O circuito nos pareceu perfeito, dinâmico, divertido, mas sem…

Com o dorsal, após completar o último revezamento, por fim, quando saiu o sol

Dizem que a quinta foi, com a diferença, a edição mais dura de todas as realizadas. O circuito nos pareceu perfeito, dinâmico, divertido, mas sem ser difícil, cheio de mudanças de ritmo e muito variado, mas sem subidas que lhe fizessem pular o alarme do monitor de freqüência cardíaca. Eram 12 km de puro mountain bike. Veredas, trialeras, caminhos, algum trecho de pista… Pena de a persistente chuva que tentou aguarnos a festa, mas não conseguiu. Apesar de as duríssimas condições (boa parte do traçado estava turva), entre todos os participantes (éramos quase mil motociclistas) , demos mais de duas voltas ao mundo pedalando em apenas 24 horas, completando 81.740 km e mais de um milhão de metros de desnível positivo acumulado.

Por nossa parte, desfrutamos de toda a carreira, desde a véspera, em que acampamos na área prevista pela organização sobre uma área já totalmente atolado em que nós cavamos trincheiras para evitar a inundação da barraca de camping, até a entrega de prémios, em que acolhemos com grande alegria o troféu de terceiro time misto, uma medalha com a forma de um freio de disco, um elegante guarda-chuva e uma assinatura da revista BIKE A FUNDO. Para nós, o melhor prêmio foi, sem dúvida, poder participar de uma corrida com grandes especialistas, como o computador Calmera-Trek 29er, que ocupavam a tenda ao lado da nossa, e nos permitiram ver in loco o duro que pode chegar a ser uma carreira bem quando se joga com a vitória, cansado, encharcado, tremendo, em plena madrugada… E não se render.

Pedaço de foto (dorsal 665 sob a chuva), a obra de Paulo Ferao, fotógrafo oficial da corrida

Para mais informação sobre as 24doce, seu website oficial.

Nós já sonhamos com a edição do ano que vem, que já tem data: 23 de junho de 2012. Nós estaremos lá!!!

Comentários FacebookSergio Fernández TolosaEscrito por Sergio Fernández Tolosa

Jornalista, aventureiro, escritor & “bunda de mau lugar”. Barcelona, estabeleceu-se no bairro de Gràcia, mas nômade por natureza. 42 anos. Gosta de ler, correr, pedalar em todos os lugares, subir montanhas, olhar mapas, realizar as viagens que sonha… A aventura que mudou sua vida? Atravessar de bicicleta, e na paciência os sete desertos maiores e mais emblemáticos do mundo: Austrália, Atacama, Mojave, Namibe, Kalahari, Gobi e do Sahara. Pedaleó 30.000 km durante quatro anos e aprendeu que os desertos são mais do que lugares vazios e planícies inertes. Todas as suas peripécias aparecem no livro 7 desertos com um par de rodas, com mais de 200 fotografias que ele mesmo fez durante as sete expedições. Este blog que começou quando ele se preparava para participar da Titan Desert compartilhando tandem com o castelhano. Superado o desafio, surgiu um outro, e depois outro, e mais outro… e aqui ela nos conta. Seu web site pessoal é www.conunparderuedas.com