Fita anti-gravidade – O blog de fitness

Tinha ouvido falar dela e tinha vontade de testá-lo. Em minha mente havia uma idéia preconcebida um tanto estranha, uma espécie de…

Tinha ouvido falar dela e tinha vontade de testá-lo. Em minha mente havia uma idéia preconcebida um tanto estranha, a de uma espécie de taca-taca gigante e muito caro, mas eu esperava uma grata surpresa.

Ao saber que havia chegado a Madrid, eu estive em contato com o chefe de formadores da Reebok Sports Club Da Fazenda, Ivan Rodrigues, que gentilmente acedeu a enseñármela.

Para ser gráfico, de entrada é como se metieras o trem inferior em um balão muito grande, de forma que a pressão do ar puxasse seu corpo, desde a altura dos quadris, o que é justo por onde se fecha o zíper através de umas calças que puxam você para cima.

A zona de pressão está muito bem distribuída, já que a máquina tira de ti para cima através de tais calças, mas em contra do que pode parecer, é bastante confortável, não se nota excesso de pressão em nenhum ponto específico.

A máquina começa a pesar e calibrando sua potência para cada corpo. Uma vez que você começa a correr, o sistema de velocidade e inclinação é como o de qualquer fita, o faz com o 100% de seu peso, e você pode ir diminuindo seu peso no seu próprio ritmo. Assim, 90% do peso já se nota um correr muito mais suave para as articulações, para mim que estou em 84 quilos, seria como correr 76 quilos, e os sentimentos são absolutamente naturais. É exatamente a mesma que tinha quando corria com 10 quilos a menos, é, eu acho que é muito recomendável para motivar as pessoas que querem emagrecer, porque a sensação de download articular é brutal.

O problema é que quando a desligar voltar ao normal, e é a mesma sensação, mas não o contrário, você se sente muito pesado”, mas sim, fundamentado.

Por prová-lo, o que temos a 50% do meu peso, muito engraçado, mas isso já não é para correr, como diz Ivan, abaixo de 80 pode ser usado para trabalhar técnica de corrida, técnica de passo, mas para treinar é muito pouco impacto.

Ivan contou vários casos de sucesso, como pessoas idosas que pensavam que nunca voltariam a correr, ou triatletas que a usam para manter o volume de treino sem esmagar as articulações.

Estou acostumado a testar muitos produtos inovadores, mas são poucos os que me surpreendem, este foi um deles. Se você tem a possibilidade de testá-lo, você não pensa, você verá que você se sente bem com esses quilos a menos.

Por favor, não me façais perguntas de casos pessoais, pois além de não poder atenderlas todas, se precisa de muita informação e estudo rigoroso para dar uma resposta correta para determinada pessoa, do contrário, seria pouco profissional. Sobre as questões ou temas gerais que mais vos interessam, vou escrever em breve e de forma ordenada. Todos os posts que contenham propaganda serão excluídos. Obrigado. Mais informações no Twitter @Juanrallo1

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cicloturismo route des cols tour de france

Cruzar os Pirineus de mar a mar, dando pedais por aqui portos de montanha do Tour de France, é uma das aventuras que todo ciclista sonha em fazer um dia.

Poder passar o dia fazendo o que mais gosta... Isso sim é a verdadeira zona de conforto.

Cruzar os Pirineus de mar a mar, dando pedais por aqui portos de montanha do Tour de France, é uma das aventuras que todo ciclista sonha em fazer um dia. Há uma infinidade de possíveis itinerários e variantes, mas talvez a mais interessante e atraente é a que percorre toda a cordilheira, pela sua vertente setentrional. Conhecido e sinalizada como Route des cols, esta rota de cicloturismo cruzar o Pirineus franceses ao longo de mais de 1.000 km, em uma viagem que te faz sentir-se como um pioneiro do ciclismo.

A TRANSPIRENAICA, UM CLÁSSICO ENTRE OS CLÁSSICOS

Trata-Se de passar entre 7 e 10 dias pedalando por estradas de montanha, de traçado sinuosa e asfalto velho e remendado, subindo e descendo sem cessar, coroando os míticos portas do Tour de France: Peyresourde, Aspin, Tourmalet, Aubisque… Mas também uma infinidade de outeiros estranhos que não passa quase ninguém e o contato com a natureza é tão estreito como a própria carreterilla, que parece mais um caminho pavimentado que uma auto-estrada.

O cicloturismo minimalista é a expressão máxima da vida simples: pedalar, comer, dormir, andar, comer, dormir...

Para mim, a aventura começou em Portbou e em uma primeira fase cheguei até Vielha. Não dispunha de mais tempo livre, e Vielha era um ponto ideal para voltar para casa no ônibus. Minha intenção é retomar o caminho, logo que tenha quatro ou cinco dias e seguir em direcção à alemanha nazi.

A rota é uma gangorra constante: dezenas de portos acorrentados em poucos dias.

  • GUIA DA RUTAInicio: Portbou (é possível chegar de trem Renfe de Barcelona).Final: Vielha (é possível voltar no ônibus Alsa para Barcelona, por Lleida).Curso: 507 km Desníveis: 11.300 m+.Duração: 4 ou 5 dias.Orientação: track para GPS.

Entrando em França por Portbou, com a bicicleta carregada para a aventura.

7 DICAS BÁSICAS
  1. BICICLETAEs uma rota pensada para bicicleta de estrada, mas também se pode fazer com uma híbrida, um tipo de desporto ou uma mountain bike com pneus lisos ou de viagem. Eu usei a minha moto touring –uma Surly Straggler de aço com rodas de 700 mm–, a que lhe montei um jogo de pratos de 38-24 que, com um conjunto de rodas dentadas 11-32, me permite subir as ladeiras mais longas e duras sem ficar atrancado.
  2. NEUMÁTICOSSi o passo de roda do quadro de sua bicicleta permite, melhor monta pneus largos. Você ganha conforto, apesar de serem mais pesados, e também segurança nas descidas. Acha que a qualidade do asfalto em uma rota de este tipo é muito variável. Você pode encontrar longos trechos com pavimentos remendados, cascalho, buracos… Eu usei umas tampas de Schwalbe Marathon Mondial de 1’6 polegadas e me pareceram muito corretas.
  3. EQUIPAJEEn uma travessia assim, em que o objetivo é avançar muitos quilômetros e ganhar muito desnível cada dia, é fundamental escolher bem o equipamento e ser capazes de eliminar tudo o que não é imprescinbible.Se o plano escolhido é dormir em hotéis, B&B, etc, a bagagem se simplifica de forma radical: não vai fazer falta nem saco de dormir, nem tapete, nem luva de bivalves, nem fogão… Isto representa uma economia de quase 2 kg de peso e um volume mínimo, sobre a bicicleta.Eu sim pensava dormir ao ar livre, assim que ele usava tudo isso –com a exceção do pack de cozinha– dentro de um saco fechado colocado no guiador com o Revelate Chicote de fios, um sistema que me convence plenamente. Não se move em absoluto e não afeta a condução da bicicleta, nem as posições das mãos no guiador. O resto de coisas que as levava, distribuídos entre uma bolsa especial de selim de grande capacidade, um Revelate Viscacha, e o Camelbak (isso foi o único que me pareceu um erro, pois, com o calor úmido, esses dias tinha sempre a volta encharcado de suor).
  4. VESTUARIOEscoge sempre roupas que sejam versáteis e que não se sobreponham umas com as outras. Inclui uma muda leve e confortável que ocupa pouco volume para depois das etapas –servirá de pijama se dormimos ao ar livre–. Pode consistir de um par de meias, umas malhas, uma t-shirt de merino de manga longa e, só quando vamos a lugares frios, um casaco de penas –você pode comprimir e é muito leve e quente–; há também que levar uma capa de chuva, uma muda de ciclismo de substituição e umas sandálias tipo havaianas (as mais leves que possa encontrar), para arejar um pouco os pés após as fases.
  5. HIGIENEEl n.º de higiene pessoal é, efectivamente, muito pessoal. Eu para saídas curtas uso um par de lenços umedecidos no final da etapa. Não se esqueça de um pequeno escova e o tubo de dentífrico. Outra opção é dormir perto de uma fonte e dar-nos uma “ducha”, mas existe o risco de destemplarnos.
  6. FERRAMENTAS E RECAMBIOSPor claro, é obrigatório o uso das ferramentas e peças básicas para solucionar possíveis falhas na bicicleta, que deverá passar por uma revisão mecânica completa antes de partir. O básico são câmeras de substituição (um par), patches, multillave com tronchacadenas, elo “mágico” para reparar uma possível ruptura de cadeia, lubrificante para a cadeia…
  7. NUTRICIÓNEn uma viagem assim eu me del chianti por comprar e consumir a comida sobre a marcha. O desgaste é elevado e há que cuidar deste aspecto, se não queremos venirnos para baixo, segundo e terceiro dia da partida. Para o pequeno-almoço e jantar –ou pós-jantar–, eu tenho um mini-fogão que funciona com pastilhas de combustível sólido. A água é aquecida em um par de minutos e permite que você prepare chás, sopas instantâneas, aveia, rações de cus-cus ou refeições liofilizadas.O pack de fogão, panela e combustível para uma semana ronda os 150 gramas. A panela de titânio Esbit de 750 ml pesa 106 gramas. O fogão, do mesmo material, é muito simples e pesando apenas 11 gramas (onze). E com 6 gramas de combustível sólido (um comprimido e meia) esquentava água para dois cafés solúveis de 150 ml cada um.Por último, eu recomendo levar algumas barrinhas de proteína, como sobremesa para o jantar (barrinhas de cereais é mais fácil encontrar pelo caminho).

Um pequeno fogão permite aquecer a água e preparar chás ou refeições liofilizadas facilmente.FacebookSergio Fernández TolosaEscrito por Sergio Fernández Tolosa

Jornalista, aventureiro, escritor & “bunda de mau lugar”. Barcelona, estabeleceu-se no bairro de Gràcia, mas nômade por natureza. 42 anos. Gosta de ler, correr, pedalar em todos os lugares, subir montanhas, olhar mapas, realizar as viagens que sonha… A aventura que mudou sua vida? Atravessar de bicicleta, e na paciência os sete desertos maiores e mais emblemáticos do mundo: Austrália, Atacama, Mojave, Namibe, Kalahari, Gobi e do Sahara. Pedaleó 30.000 km durante quatro anos e aprendeu que os desertos são mais do que lugares vazios e planícies inertes. Todas as suas peripécias aparecem no livro 7 desertos com um par de rodas, com mais de 200 fotografias que ele mesmo fez durante as sete expedições. Este blog que começou quando ele se preparava para participar da Titan Desert compartilhando tandem com o castelhano. Superado o desafio, surgiu um outro, e depois outro, e mais outro… e aqui ela nos conta. Seu web site pessoal é www.conunparderuedas.com

Ciclomontañismo de inverno. Dicas para desfrutar do mountain bike no inverno

Quais são as bicicletas só para o verão? Vos damos 5 dicas básicas para desfrutar de passeios em alta montanha no inverno.

Rota ciclomontañera de inverno.

A chegada do inverno supõe certos reajustes de vestuário, de horários, mesmo de dieta. De entrada, temos estacionado chuveiros de água fria, que eu acho que não vai até a primavera. E é que quando chega a casa aterido, não há nada melhor do que uma boa ducha de água quente para esfriar o corpo e o espírito. Assim, evitar que baixem ainda mais as defesas e aumentar o risco de apanhar de qualquer vírus. Mas antes de pensar na temperatura da água do chuveiro, no inverno, vamos ter que planejar minimamente as nossas saídas de ciclomontañismo. Deixo 5 dicas que eu acho que são fundamentais para desfrutar de uma rota de inverno em alta montanha. Todos eles me serviram na passada segunda-feira, que era festivo, onde eu vivo, e que tive a sorte de compartilhar com os amigos, Isma e Berto, do Clube BTT Open Natura.

1º TEMPERATURA, VENTO E HORÁRIOS

Consulte a previsão meteorológica. Observa as máximas e mínimas previstas, o vento e o risco de mudança de tempo. Olha, em duas agências diferentes e toma suas próprias conclusões. Tenha em conta também a hora exata do amanhecer e do anoitecer. Sei conservador: se a rota dura teoricamente 5 horas, procúrate uma margem mínima de 30% para possíveis imprevistos.

O vento é um fator muito importante. Fará variar a sensação térmica de forma drástica. Pode ser que o termômetro marcar 10ºC, mas com ventos fortes -50 km/h, a sensação será de -2ºC. Para outras combinações, é web serve permite calcular a sensação térmica em função da temperatura e da velocidade do vento. A umidade relativa ou a chuva também influem. Procura mantê-lo seco, tanto por fora como por dentro.

Rota ciclomontañera de inverno.

2º LUVAS, TOUCAS, CALÇADOS,…

Escolha bem o seu guarda-roupa. Prepáralo a noite antes, evitando as pressas de última hora. Para não esquecer nada, revê mentalmente o material de acordo com uma ordem estabelecida. Eu costumo começar pela cabeça e acabei por os pés. É dizer: 1) cabeça, capacete, gorro, óculos de proteção; 2) pescoço, … e vou descendo até os pés, evocando mentalmente tudo o que precisa ou pode precisar para cobrir cada parte do corpo.

Na hora de escolher roupas, você deve proteger especialmente as mãos, pés e cabeça. As pernas são mais secundárias –quando não faz muito frio, eu costumo ir em culotte pirata–, mas aqueça bem da cintura para cima. É fundamental ter alguns bons luvas, calçado específico de ciclismo de inverno e um gorro para ser colocada debaixo do capacete. Os meias térmicas e as botas podem ser uma alternativa, mas o ideal é investir em umas botas que mantêm os pés secos e quentes.

Rota ciclomontañera de inverno.

Nas longas subidas, convém não suar em excesso, pois uma vez encharcados será muito difícil, para não esfriar. É preferível tirar algo de roupas –o que isso implica prever um espaço para guardá-lo– e voltar a agrupar-se uma vez coronamos ou ficamos expostos ao vento, vamos por áreas ombrías ou mais frias. Se tiver calor em upload, tente tirar as luvas alguns minutos. Você notará imediatamente que seu corpo termorregula de outra maneira. Mesmo que você parar de suar.

3º CARTOGRAFIA E GPS

Possui um mapa topográfico da área –e aprenda a usá– lo- para o caso de as circunstâncias obrigam –ou fazem recomendado– mudar de plano sobre a marcha. Um GPS que não suporta mapas detalhados não servirá de nada se temos que improvisar uma rota alternativa. O ideal é levar o mapa topográfico digital carregado no GPS e uma cópia de papel guardado em uma bolsa estanque dentro da mochila, se o GPS dá problemas ou se acabam as pilhas.

Rota ciclomontañera de inverno.

4º PNEUS E FREIOS

Se quiser máximas garantias de adesão, não vão usar os mesmos pneus no inverno que no verão. Algo parecido ocorre com as pastilhas de freio. A umidade, a neve e a lama encurtar a sua vida útil de forma espetacular. Existem pastilhas de freio de compostos que garantem uma maior duração, mas costumam fazer barulho. Em qualquer caso, revise os freios antes de cada partida e leva sempre um jogo de pastilhas de reposição na mochila.

Rota ciclomontañera de inverno.

5º ÁGUA, COMIDA, LUZ E BATERIAS

No inverno, você terá menos sensação de serd, mas deverá manter-se hidratado, pois também há perda hídrica. Uma garrafa térmica com chá quente pode ser muito útil. Para que o líquido se mantenha mais tempo quente, despeje uma primeira carga de água fervente em seu interior. Deixe alguns minutos para que o recipiente absorva essa energia. Em seguida, esvazia o termo e voltou a preenchê-lo com outra carga de água quente antes de taparlo e colocá-lo na mochila.

Como suprimentos, no inverno, pode optar por barras energéticas, com frutos secos, mas você também pode aproveitar e levar nougat, marzipan… Acha que o frio vai fazer você consumir mais energia.

Embora seja uma rota curta, leva sempre o foco com as baterias carregadas, por se finalmente os alcança a noite. Se você estiver com o seu smartphone, desliga os dados para que a bateria não acabe no meio do caminho (eu para a montanha utilizo um móvel dos antigos, daqueles que só tinha que ligar uma vez por semana).

Por último, lembre-se que é preferível ir acompanhado, e que nunca, nunca, nunca, há que arriscar. É melhor dar a volta no tempo e voltar outro dia com melhores condições do que se arrepender de ter chegado demasiado para cima.

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Centro de BTT de Cofrentes, muito potente

Há um par de anos que comecei a escrever neste blog. Foi com motivo de minha participação no Titan Desert como piloto tandem…

Há um par de anos que comecei a escrever neste blog. Foi com motivo de minha participação no Titan Desert como piloto tandem comodidades, formando equipa com o castelhano, em abril de 2009. Em 2010, voltamos a participar na mesma corrida, com o apoio da Fundação de Tecnologia Social e com o grande reforço da equipe de Alfoso Daria. Desde então, este blog –intitulado “titãs do deserto”, em alusão a essas iniciativas– me tem servido para dar a conhecer as trilhas de mountain bike, passeios, viagens, notícias, reflexões, descobertas…

Desta vez apresento-vos uma zona de Valência, que tivemos a sorte de descobrir guiados pelo Mapi Revert, batalha-endurecido cicloturista que em 2009 ficou com o primeiro lugar absoluto no ranking da Real Federação Espanhola de Ciclismo, e Ramir Pedrol, ciclista apaixonado com quem temos partilhado ilusões e lugares pedregosos em três Titan Desert (um dia nos ajudou a reparar um freio do tandem). Ele é natural de Belgrado e ela é a organizadora da I Marcha de BTT de Cofrentes, a realizar no próximo dia 12 de maio de 2012. Ele conhece a região como a palma de sua mão (ou melhor, muito provavelmente), e ela aponta para um bombardeio. E acontece que lá foram criados o Centro de BTT Do Vale, com 254 km de caminhos pensados especialmente para a prática do mountain bike de todos os níveis, desde passeios em família por zonas planas à beira do rio Cabriel, até itinerários de alta dificuldade, dureza e, em alguns trechos devida e especialmente sinalizadas, até mesmo um certo grau de compromisso, em que pudemos desfrutar de paisagens que, apesar da insistente chuva que marcou todo o fim-de-semana, são lucido esplêndidos nas fotos e, claro, nos foram gravadas na memória.

Obrigado Ramir. Obrigado Mapi.As rotas que fizemos com vocês (3, 6 e 4) nos amei. Todas elas têm o seu quê, seu sentido, seu atrativo. Tenho certeza de que muita gente se animará a percorrê-las. Um dos lugares mais incríveis é o Canhão de O Sapo e A Sapa, na rota 4, o terceiro dia, pedalando sob as profundas paredes do vale, que lavrou o rio Júcar, em seu curso alto. Também foi espetacular o Caminho de Texto, no 3, no segundo dia, com a sua vibrante descida para o Barranco da Caverna Negra, em cuja entrada nos cruzamos com um carneiros selvagens que passeava com seu parceiro sob a chuva fina. Ou a trialera Da Coluna, o primeiro dia, a rota 6, quando encarrilamos o sinuoso caminho com uma chuva caindo em nós, completamente encharcados, quando já voltávamos ao conforto do Balneário de Hervideros… Que bem que se estava de molho, que garbancitos, as cálidas águas borbulhantes de sua área termal, depois de chegar salpicados de barro, meio tremendo, cobertos de arranhões… mas radiantes de felicidade endorfínica, sensações, todas elas, o que se espera após uma intensa sessão de puro mountain bike…

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